A comunhão do "ser" compreendido

Escrevi pela última vez um texto sombrio, sobre as trevas. Mas, enfim, a luz chegou. E como é gostoso experimentar a sensação de conforto proporcionada pelo alívio de uma dor aguda. Queria irradiar a minha felicidade nesse post.
A maior felicidade que uma pessoa pode ter, é conseguir se fazer “entender”, mesmo diante de tanta adversidade que temos para conseguir tamanha façanha. Por vezes surtamos e gritamos, para tentar que alguém nos escute.
Mas essa é a pior tentativa de todas. Eu quero, fundamentalmente, é dizer que hoje sou compreendido por quem merece essa consciência. Sim, e também consegui compreender muita coisa. Foi uma compreensão recíproca.
Daí fica mais fácil tocar a vida. Fica mais gostoso poder desfrutar de um bom domingo, sair forte de tamanha pressão. Confesso que me angustiei muito para conseguir fazer com que “uma” de duas pessoas que sei que nunca me esquecerão, compreendesse finalmente o que tentei gritar durante mais de vinte e cinco anos.
Não foram as duas, foi apenas uma. Mas pelo menos agora foi instaurado o começo da montagem de um complexo quebra-cabeças. As peças estão sendo montadas, as dores aliviadas e as feridas cicatrizadas.
Uma comunhão entre dois entes que se amam, e que agora começaram a se compreender. Essa é a maior forma de expressar que a energia positiva, a alegria, começou a aparecer na minha vida. Sei agora que sou absolutamente compreendido.  
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