Olhar no horizonte…

Não posso escutar o nome de meu passado. Aquele mesmo que me engoliu por eu ter ficado inerte sob o comando do exílio voluntário.

Um dia fui uma pessoa indesejada em certos ambientes.

Hoje transito em quase todos.

Um passo de cada vez…

Fui encontrando a minha realidade devagar. Quase que como um fio de esperança, ela apareceu em minha frente, e tive que correr muito atrás para me soltar das amarras que me angustiavam.

Um breve pulsar no horizonte…

Aquele horizonte que sempre foi meu, escrito e cantado por mim, o rumo aos pássaros. Eles me fizeram voar além do imaginário.

Eu consegui ir mais que eu poderia supor…

Eu sobrevoei o meu mundo!

Trago comigo hoje muitos questionamentos, mas tenho a certeza de que dei o meu melhor.

Fui onde ninguém poderia supor.

Para além do horizonte os pássaros me levaram.

Sobrevoei um imenso caminho em busca de dimensões, num rastro de luz!

Voarei por toda a eternidade.

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