Os embates do “eu” como símbolo mítico!

Por um momento achei que não conseguisse. Lutei contra o preconceito, a não aceitação. Fiz de mim uma pessoa determinada para controlar o índice de rejeição.

Agora estou de volta, revigorado pela autoconfiança, sem dar nenhum motivo para lamentações. Muito pelo contrário, certo de que fui eu mesmo que trilhei o caminho da vitória.

Muito se sabe sobre pouca coisa. É que os muitos que acham que sabem, não fazem idéia do real motivo a personificação do meu “eu!”.

Estou sempre à deriva, me equilibrando sabe como nessa atmosfera poluída pelos dejetos, estes lugares  para os porcos levarem, comerem e se deliciarem da sua podridão.

Mas estou equilibrado, isso é o mais importante…

Não fui vítima de mim mesmo, o único que eu poderia responder e dar satisfações. Afinal, para quem mais dar satisfação?

Não estou preso a atos nem convenções hiprócritas para as normas convencionais estabelecidas. Pré estabelecidas!

Vou aí, semear esse mundo de forma equivalente ao que o Criador me ensinou. Suas afirmações repassadas pelas várias aulas temáticas de teologia fundamentalmente voltadas para o Poder Superior, me trouxeram paz!

A paz que sempre procurei…

Não quero aqui fazer um sermão desnecessário em relação à importância da virtude plena, pois somos falhos por sermos humanos. Mas quero registrar a minha total indignação à desonestidade.

Retidão e foco!

Isso pode levar uma pessoa a trilhar caminhos mais amenos nessa ilusória felicidade pré fabricada!

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