Desapego II

Eu acredito que já escrevi um texto sobre desapego, cujo título era o mesmo, há uns dois anos e meio atrás.

O desapego que vou falar é o da realidade atual, é o desapego da insegurança, da falta de motivação, da inviabilidade da total incapacidade de reagir.

O desapego das coisas imorais que existe dentro das nossas auras espectrais.

É bem certo que o profeta do apocalipse não vai estar esperando uma única dádiva. Ele aguarda milhões delas, trilhões.

Não quero que pensem que o desapego é uma coisa difícil. Na verdade o desapego é quando estamos energizados e profundamente concentrados no bom relacionamento de seu “eu” com o seu outro “eu“!

Temos o desapego do inventário moral?

O bem da verdade é que vivemos nos desapegando de tudo e de todos a cada instante, a cada freme, nos dias mais difíceis nos desapegamos da morosidade do que me deixou um dia perplexo.

Me desapego todos os dias de pessoas!

E isso é uma coisa muito difícil!

Por tudo e por todos, que deixo uma mensagens plurissignificativa para a reflexão: já não estamos despegados da vida?

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