Os ciclos energéticos do antagonismo

Somos antagônicos porque somos felizes.

Somos antagônicos porque se fôssemos iguais, não teria a menor graça.

É isso que sei, é isso que vivo, é isso que me faz bem, é isso que me acalenta, é isso que me conforta, é isso que me dá coragem, é isso que me faz feliz!

Portanto as mil e uma, na velocidade do kbite que me impulsiona para frente: somos diferentes…

Quem?

Eu estou falando de quem?

Quem são essas pessoas?

Eu invento e reinvento os meus textos. Não estou nem um pouco preocupado com os padrões estéticos dos mais variados temas que escrevo.

Escrevo como respiro.

Vou responder: é um casal que conheço e que mora muito distante de mim, mas eu os vi crescer juntos, fui ao casamento deles,  os recebi em vários fins de semana na minha casa.

Portanto eu queria que todos soubessem que eu amo este casal!

Mas a distância é que faz a saudade apertar, e quando nos encontramos, é aquela sensação de que o mundo parou. Por frames pelo menos.

Depois vem a descontração, as gozações, e tantas e tantas outras coisas que a amizade pode proporcionar.

Sim, somos muito amigos.

Até parceiros.

O antagonismo é que traz a atração, o afeto e o desejo de se estar com um amigo, um amor, vários amigos, poucos amores.

São muitas contradições?

Não, de jeito nenhum.

As pessoa são como elas são e precisam ser respeitadas. A amizade acima de tudo é a maior dádiva da vida. Poque amor é amizade!

E não é?

Leva para a reflexão…

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