As ocas da aldeia anunciam a chegada da serenidade

Pois é, o bem da verdade é que precisamos de muita serenidade para aguentar a carga explosiva desse nosso cotidiano.

Vivo constantemente agradecendo ao Poder Superior por eu ter finalmente alcançado a serenidade em tempo de salvar a minha vida.

Era para eu ser uma memória!

Fui fundo nesse mundo mundano, e cada vez vais, mergulhando em todos os “deliciosos pecados” que a vida me proporcionou e tive problemas sérios de saúde por conta do álcool, já citado em textos anteriores.

Alcancei, e com muito orgulho, a serenidade!

Olha, isso não dá para dimensionar. Talvez só as pessoas que me conheciam à trinta anos, poderia supor isso.

Bem, e com ela, fazendo aos domingos o evangelho, naquilo que eu acredito e que é meu, vivo pautado na leveza de estar ancorado num bom porto.

Mais uma respiração, acho que precisei tomar um copo de água. Por um instante estaria achando que era desnecessário. Portanto estou aqui.

Na brisa!

Na minha maravilhosa brisa pessoal, que consigo com algumas fórmulas mágicas.

Então que ela venha intensa como foi intenso todos esses momentos que desfrutei em fazer a partilha com vocês. Esse é o meu propósito.

Sempre!

E que todos tenham uma excelente noite. Talvez eu esteja por aqui de madrugada.

Talvez não…

E assim a vida caminha.

 

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