Brave New World

Aldous Huxley?

Não, Giba Carvalheira.

Na verdade eu nunca escrevi um título em inglês mesmo?

Me veio de repente, e na verdade esse clássico escrito em 1932, de certa forma está enraizado na minha mente, como milhões de outros livros lidos evidentemente.

E por incrível que pareça fala de coisas bem complexas.

A complexidade faz parte do contexto deste blog.

E sociedade…

Estamos interligados.

E outras coisas malucas como tecnologia reprodutiva, hipnopedia,, manipulação psicológica?… condicionamento clássico!

Lógico que eu fui ao Google, não sou um computador que guarde os termos de um livro que li com 17 anos.

Tenho esse recurso? Por que não usar?

Pois é gente, que passe pelas suas cabeças que escrevo coisas complexas também. Pois se recorri ao Google, acabei me lembrando de todos os seus contextos.

Vamos lá, aqui já é hora de almoço.

Sim, essa galerinha que me lê e que está espalhada pelo mundo… porque não dizer: universo?

É engraçado tudo isso.

Mas longe de mim que vocês estejam achando que eu estou num comparativo com ele.

Longe disso!

Sabe, eu acho que cada um é cada um. Cada artista plástico é um artista plástico. Não existe o melhor. Eles apenas possuem estilos pessoais.

Assim como também escritores.

Eu acredito!

Eu acredito na força da minha literatura!

Está dito?

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