Meu dileto escritor

Amigo, posso assim lhe chamar, já escreveste tantos livros, que eu tenho a sua essência pura e mágica dentro, encravada, na minha mente.

Durante alguns anos me recolhi aos estudos, víntage, e comecei numa imersão literária sem precedentes.

E entendi coisas profundas nos escritos sábios, desde romances a livros de cunho teosófico, crônicas, contos.

E eu fui em frente, sempre com as linhas “sistematicamente” em direção aos meus olhos.

Acho que estudei até egiptologia.

Comprei muito livro em sebo.

Meu dileto escritor…

Você adquiriu o conhecimento acumulado que você achou necessário para a sua preparação intelectual, e começou a escrever.

Na verdade, essa parábola é um pouco da minha vida, sob a adjetivação do “dileto escritor“, vinda de um amigo que já se foi..

A dez anos que resolvi parar de ler.

Por último, reli a Biografia de Albert Speer, os nove livros de Christian Jack, e resolvi parar.

Alguns livrinhos aqui outros acolá, mas nada que se compare à fúria de outrora.

Meu dileto escritor, teu fardo agora é difundir as tuas idéias.

Vá em frente.

O conhecimento está acumulado.

Apenas uma observação: estou aberto para novas reviravoltas.

Talvez releia a Bíblia…

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