Místico

Olhem às suas voltas…

Sintam as energias…

Bem, eu as sinto.

E agora eu quero dissertar sobre isso, que é a coisa que mais gosto de fazer.

Entrei em contato com o místico pela primeira vez com 17 anos, num Centro Espírita, onde tinha uma médium que recebia espíritos.

Era uma sessão especial que a minha irmã mais velha me convidou para conhecer, pois ela já estava se aprofundando no Kardecismo, e sempre fora muito preocupada comigo, por tudo o que eu era naquela idade: um completo delinquente.

E portador de Tourette não diagnosticado!

Evidentemente que para muitos leitores céticos isso pode ser teoria. Mas mesmo sendo teoria, vou relatar, e mesmo sendo céticos, façam as suas observações.

Quando eu coloquei a mão numa médium que recebia espíritos, numa sessão especial, tentando abrir as portas da percepção, existiam dois outros médiuns atrás de mim, era noite. Eis que esta mulher mudou totalmente o seu semblante.

Disse coisas horríveis para mim, com um tom bastante agressivo. Minha irmã que estava na mesa começou a chorar e eu fiquei completamente apavorado!

E um dos médiuns, tentando intervir na agressividade dela, colocou as mãos nela para sentir aquelas energias, que poderia as considerar para lá de maléficas.

Ele quase infarta!

Deu um grito!

Clamou pela bondade de Deus!

Meu Deus, isso é uma legião de espíritos obssessores que estão incorporados à sua aura.”. Fez orações, e a mulher, a médium que recebia espíritos, não parava de me ofender e de dizer que eu iria um dia me matar, porque eu era uma pessoa ruim, e esse era o objetivo “deles.”.

Logo eu, um cara da paz, com um coração tão bom?

Inesperadamente uma explosão aconteceu, e o poste da luz da frente do Centro explodiu! Imediatamente faltou luz….

Interessante? Vou continuar.

Gente, o que foi aquilo?

Fiquei totalmente transtornado mentalmente, e acabou a sessão.

Foi sugerido para mim um tratamento de desobssesão, e que eu passaria a frequentar oito sessões especiais, e que tudo conspiraria para eu não conseguir isso…Coisas do tipo: estava me preparando para ir ao Centro, e de repente, uma súbita infecção intestinal me abateu, e tive que tomar aquele remédio que regula essa desgraça que não lembro o nome.

Ok, fui!

Lembro-me perfeitamente em uma das evangelizações, com um palestrante fantástico, para umas cinquenta pessoas, que uma pessoa do meu lado, um velho, também assistindo a palestra, bastante humilde pela sua vestimenta, começou a falar uma língua totalmente articulada e elaborada, desconhecida totalmente por mim, por todos e inclusive o palestrante se calou para escutá-lo.

Porra gente, ele incorporou algum fenômeno paranormal, imaginei na hora: Aramaico?

Era um Centro Espírita que ficava em um subúrbio do Recife, e que até para chegar lá, era perigoso.

Mesmo assim, consegui ir a três sessões. 

Me disseram que em uma vida passada, eu havia sido um “carrasco” francês, na época da Revolução Francesa, e havia guilhotinado muitas cabeças.

Cara, foi o ponto final!

Parei de frequentar o Centro!

Se essa vida terrena, essa que eu estou vendo agora, digitando este teclado e ouvindo música na minha sala, eu já possuo tantas preocupações, tantos medos.

E ainda ter que lidar com medos metafísicos, paranormais? Isso na época fugia à minha compreensão, e me apavorou de verdade!

Portanto seriam duas fronts de ataque ao meu sistema nervoso, meu cérebro, cheio de conflitos profundos, que teria de processar, para levantar a cabeça e seguir em frente?

Optei pela terrena, essa agora que eu estou, neste exato momento.

Aqui eu estou tranquilo. A noite chegou, meu expediente acabou. Puts, estou ouvindo uma música tão bonita, relaxante, terapia pura.

Mas lógico que fui ler depois de abandonar o Centro, e li tudo o que procurei e me interessei, pois havia uma excepcional Biblioteca na Universidade Católica de Pernambuco, onde eu me graduei em Jornalismo.

Usei e abusei dela…

E agora, aos 47 anos, exatos trinta anos depois, eis que decidi que quero as respostas místicas que me afastei lá no passado.

Isso pode ser controverso, mas de repente senti essa necessidade, e as estou procurando.

Prefiro guardar no meu arquivo confidencial as minhas respostas que procuro, pois é uma coisa muito pessoal e completamente introspectiva.

A minha Avó por parte de Pai, era médium e psicografava, e me mandou de presente belos quadros que pintava. Era uma excelente artista plástica. Não tive o privilégio de ter contato com ela, pois faleceu quando eu tinha 14 anos de idade.

E morava no Rio de Janeiro.

Gostaria muito hoje, de uma carta psicografava, por outra médium, dela, exclusivamente para mim. Pois ela sabe exatamente o que quero ouvir, e aí oferto um pequeno pedaço do que está o meu arquivo confidencial, para vocês entenderem melhor.

Acredito sim!

Para os céticos, me desculpem.

Mas já está encaminhada essas respostas, as terei até março do ano que vem.

E isso vai me ajudar e muito, para o meu entendimento em relação ao meu relacionamento com o meu Pai. Pois quero suas observações sobre ele, quando conviveu com ele.

EU NÃO CONHEÇO O MEU PAI COMO GOSTARIA!

E terei essas respostas, certamente.

Pronto, esse é apenas um tópico do meu arquivo confidencial, que resolvi ofertar para vocês analisarem.

A lista é grande, acreditem…

Portanto acho que dissequei um pouco sobre o assunto.

Acho que a adrenalina abaixou. Mesmo com a música agitada que começou a tocar na minha pasta do momento, LOUNGE, porém estou setenta e sete por cento mais calmo agora do que quando resolvi começar a escrever essas linhas.

Suavidade…

Paz…

Leveza…

Brisa…

E o místico está aí, ofertado para quem quer buscar as suas respostas também!

O caminho?

Aí é uma situação muito pessoal, e cada um terá que encontrar o seu.

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