De repente saiu um marketing pessoal?

Só gosto de escrever embaixo de fotografias elegantes.

Na verdade as pego, como todos já sabem, num banco gringo de imagens grátis.

Documentos à minha direita, telefonema agendado para às 10:00h, espera de respostas pontuais via e-mail, e ainda, sempre, encaixar uma nova demanda que apareça na minha frente, e eu queira correr atrás dela, porque gosto disso: trabalhar com as coisas que acredito.

Sem esquecer de sempre estar vendendo os meus livros, fazendo as envelopagens, dedicatórias, todos os procedimentos da minha rede de entregas e vendas de livros que acaba quando eu chego dos Correios e mando o código de rastreamento.

Avisando que: “A dissertação da minha loucura“, o único dos meus seis títulos que eu não possuía disponível para à venda, acabou de chegar uma nova demanda. A terceira. Obrigado à minha editora paulista, a Penalux, por ter tido a generosidade de ter pago o frete.

E muitos ainda não tem esse título.

E ele está na categoria ensaio, correndo por fora, no Jabuti 2018, que tenho que se eu puder ser premiado de passar por mais uma etapa, uma mais avançada, o que para mim valeria mais que um título, ficaria completamente honrado.

O meu único ensaio.

Gosto mesmo é de escrever romances!

Sem esquecer da MILITÂNCIA, onde dois dos meus livros são voltados para a minha doença neuropsiquiátrica que convivo desde a infância: a síndrome de Tourette!

Eu sempre falo isso, pois o meu papel é DIFUNDIR, e ser blogueiro, é estar difundindo também!

Portanto, para os adultos: “A maldição de Tourette“, minha autobiografia, desde à infância, ao diagnóstico tardio, e o meu deplorável fundo do poço. Um livro que muitos dos meus leitores que possuem todos os meus livros, acham o meu maior clássico.

Bem, outros acham: “Uma temporada no Holiday“, que o publiquei há 30 dias, em segunda edição, com o carimbo do meu selo independente: ENGEDRON LITERATUS.

Bem, mas voltando à Tourette, tem o infanto juvenil: “Gilles“, que fala de amor, preconceito, bullying. honra, respeito, voltado para a S.T..

São belos desenhos artísticos do meu parceiro, o talentoso Artista Plástico João Blas.

Daí na minha obra ainda tem: “O sacerdote da medicina“, uma clássica biografia, elegante, que escrevi sobre o meu amado avô Frederico Carvalheira, o Dr. Fred.

Cumpriu seu Juramento Hipocrático até antes de falecer, subitamente, acometido de uma doença, que o levou para outro plano. Ia diariamente, solidariamente e gratuitamente, atender às necessitadas crianças do Hospital Infantil Manoel de Almeida.

A penúltima homenagem pós morte dele, a última, um merecido busto no Hospital Infantil. Tenho orgulho não só pelo fato de ter sido neto dele, como também pela honra de o ter “biografado.”.

E tem gente que adora ler biografias!

E para concluir então, em 2001, meu primeiro livro, o romance: Universo Submerso. Os pós adolescentes se identificam muito com ele. Conflitos familiares, um belo romance no meio, drogas, pois era o meu mote literário.

Gosto muito deste romance. 

Portanto acho que acabei de fazer uma propaganda para mim.

Concordam?

Portanto aí está a minha obra, e aos que estiverem com vontade de adquirir, me procurem, que explico passo a passo, o procedimento.

E nessa virtualidade, a coisa mais fácil do mundo é me achar…

 

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