Porque não dissertar sobre a brisa? Vai uma pala…

Bem, vamos dissertar.

Algum mote?

Vocês sabem quem é o Alberto Marsicano?  Música: Ar. Álbum: Buddha Lounge?

É o que estou escutando neste exato momento. Essa pasta realmente é fantástica, me deixa calmo, me traz a tão sonhada brisa!

Portanto vamos dissertar sobre a brisa?

Gostei do mote…relaxamento… 

Bem, para mim, a brisa é justamente o momento em que o indivíduo entra em estado de relaxamento, e consegue se desconectar um pouco com essa maluca cabeça que temos.

Nossos pensamentos!

Nossas preocupações!

Eles por muitas vezes nos vitimizam!

Portanto chegar na brisa é descartar todos os problemas que temos, dentro do nosso núcleo cerebral, que tem que segurar a onda do nosso corpo físico para encarar a sociedade, e quando falo nela, insiro o mote de toda problemática que ela é, no que ela representa como obstáculo nas nossas vidas.

Portanto se estou na brisa, é porque desconectei!

Sacaram?

Pronto: foda-se a sociedade e fofa-se também o meu cérebro que só faz jogar preocupações na minha cabeça.

Pronto.

Isso não foi um surto meu, esqueceram que eu estou na brisa? Apenas foram as palavras mais elegantes que eu achei para falar a respeito da dita.

A dita sociedade.

Pera!

Ela não vai roubar o mote do meu raciocínio…

Estou falando da brisa!

Portato quando desconectei, foi justamente quando fiz a digestão do delicioso almoço que comi, e coloquei a pasta para tocar.

Música!

Daí, o laptop, daí, o texto.

Ouvindo muito Lounge, na brisa, só conecto toda essa parafernália completa que é a nossa mente, e a nossa mente também em relação à sociedade, que é outra grade demanda de preocupações e perturbações, porque não afirmar essa palavra?

Me dei esse tempo. 

Tenho mais uma hora para ficar desconectado.

Porque estou na BRISA!

Não quero falar de assuntos profissionais, familiares, só coisas que me fazem bem e que me divirtam.  Uma delas, é lógico , é abrir o meu laptop e escrever um post no meu amado blog, ouvindo música relaxante de qualidade, com todos os telefones no silencioso.

Procurem!

Já falei que quem busca, acha.

Independente do tempo.

Mas se procurar acha!

E a brisa está aí ofertada em um sentido plural para cada cabeça, para cada tipo de representação interpretativa de vocês.

Mais tarde volto… 

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