A hora é dele, eu já falei…

Desde às três e meia da manhã que eu estou acordado.

Meu amigo Allan da República Tcheca não funcionou. Agora só fim de semana mesmo. Ele arrumou um segundo emprego. Afinal, tem uma família, dois filhos, para sustentar.

E mesmo em um País de primeiro mundo ( tudo que falo é um comparativo ao Brasil ), a pessoa realmente precisa trabalhar para sobreviver.

Eu hoje tenho uma demanda externa que é muito importante. Gente, vocês não sabem o quanto eu lutei por essa reunião, com o horário e data evidentemente definidas pelo meu cliente.

E até laptop vou levar, porque tenho que fazer uma apresentação em vídeo, e pelo celular acho que é muito menos impactante que uma tela cheia de laptop.

Portanto lógico que eu tenho a minha mochila de trabalho. Irei levar tudo, e ainda a surpresa: o meu quinto livro: A DISSERTAÇÃO DA MINHA LOUCURA ( meu cliente também é meu leitor. ). A terceira demanda chegou de São Paulo através da editora paulista Penalux, ao qual tenho contrato em relação a este livro até abril do ano que vem.

É o meu único “Ensaio“, evidentemente que meus leitores sabem que na verdade o que gosto de escrever mesmo é romance.

E nessa categoria concorre ao Jabuti este ano.

Olha, eu reforço sempre isso nos meus textos, porque é importante saber. Eu acredito muito no potencial do trabalho. O livro foi muito bem trabalhado com os meus editores, em todos as etapas da sua concepção, tipo: correção, orelha, quarta capa, foto. Agradeço muito a eles, o Tonho França e o Wilson Gorj. Uma bela capa, um excepcional prefácio, do meu colega, parceiro, amigo, também escritor, o baiano Bernardo Almeida.

Portanto tem uma taxa alta que se paga para participar do prêmio, e ele está inscrito em nome da editora, que vem forte nesse ano, já emplacou um finalista no Prêmio São Paulo de Literatura, o romancista Tiago Feijó, o segundo maior em importância e premiação do Brasil.

Portanto para mim, uma final, seria a glória!

Apesar de estar cansado de saber que meus livros não são para concursos.

Não sei explicar, a minha temática, dinâmica de estilo, o meu processo de inserir na maioria dos meus livros motes onde falo abertamente em meus personagens de drogas.

Talvez esse tipo de trabalho seja um ponto de corte na análise dos jurados que não expandiram as suas mentes, de que existem outros universos literários, e eles tem que ser vistos e apreciados.

Afinal, se trata de literatura pura e absoluta!

Enfim, é aquela coisa de sempre.

Mas acredito e tenho a confiança de que estou no páreo.

Exatos sete da manhã agora, música clássica desde que acordei.

Energias positivas para vocês…

Que o dia seja belo, repleto de bênçãos.

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