Uma profunda reflexão sobre o erro

Vamos lá.

Hoje o meu desejo é de trabalhar ouvindo a pasta musical ofertada pelo meu pacote de internet e tv à cabo: música clássica.

E estou escutando Beethoven.

A música?

Sinfonia no 8.

Regida por John Neshling, e se tem escrito antes dele a palavra OSESP, certamente deve ser a orquestra.

Sim, tenho que dar os créditos, para que vocês avaliem, e entendam o meu estado de espírito.

Paz.

Serenidade.

Estou envolvido em coisas muito importantes, e é preciso de serenidade para resolver todas as situações que apareçam.

Então nem sei o mote que vou desenvolver agora, na verdade o que escrevi até agora foi apenas uma abertura do post.

Vamos falar do erro?

Então vamos falar dos erros que os humanos vivem fazendo. Sim, odeio ditados populares, mas errar é de fato humano.

Isso tem que ficar bem claro.

É dos erros que vem os acertos, e o aprendizado, e o entendimento. Se talvez uma pessoa tenha cometido um erro, certamente ela aprenderá muito por este erro cometido.

Na minha opinião, a vida é um eterno aprendizado para quem participa dela, e erra, e aprende, e da próxima vez faz bem melhor.

Sim, isso é uma argumentação óbvia.

Portanto se a pessoa errar, se causou algum problema específico depois deste erro, é necessário serenidade, pois reafirmo que nós aprendemos com os nossos erros.

Me lembro, bem, agora eu tirei esta lembrança do fundo do baú. Bem, me lembro que quando eu era muito novo, mas muito mesmo, uns 3, 4, 5 anos, e a moça que estava na minha residência passando a roupa, colocou um pouco o ferro para descansar.

Eu me aproximei, e imediatamente ela me alertou: não toque neste ferro, está quente, vai lhe machucar.

Mas vocês sabem da minha subversão que me acompanha desde que eu era um feto dentro da barriga da minha mãe.

Olha, eu nunca perguntei a ela, pois teve na sua vida cinco filhos, se eu fui a mais problemática gravidez dela, sei lá, de repente eu fui o filho dela que mais chutou a sua barriga?

Está aí, uma curiosidade que depois vou perguntar para ela…

Bem, eu olhei o ferro, mas fiquei tão curioso, que achava que se só tocasse, entenderia o que realmente significava aquele aparelho de ferro elétrico.

Toquei!

E depois?

Aquela crise de choro incontrolável, e uma bolha de ar que imediatamente apareceu no meu dedo.

Aprendi com esse erro.

Outra tenra lembrança, já maior, morando em outra residência, meu irmão disse de “sacanagem“: “Giba, tira esse pino que ficou preso na tomada”?

Isso com uma chave de fenda na mão.

Fui ajudá-lo, e o choque elétrico que levei me traumatizou.

Levou um bom tempo para eu perder o trauma da danada da “tomada.”.

Hoje somos adultos, e erramos em outros tipos de situações.

Mas acreditem, aprendemos muito com isso.

E como eu tenho aprendido nessa minha vida ultimamente, vocês não fazem idéia.

Bem, se esses dois pequenos exemplos de minha infância sirva de exemplo para recolocarmos a palavra “erro” na fase adulta, então todos que estão nessa batalha pela vida, nessa luta desumana para sobreviver, os que cometem erros agora, não são mais bolhas de ar que ficam no dedo, muito menos choques elétricos traumatizantes

Erramos profissionalmente, por exemplo.

Mas eu acredito que tudo é resolvido, no final, sempre há uma solução.

É como eu falo, uma coisa é uma pessoa cometer um erro profissional que comprometa determinada situação. Há de se concordar que tem um teor de “gravidade” bem maior.

Impossível dimensionar.

Mas tudo, exatamente tudo tem um jeito de ser consertado.

Pode até atrasar um determinado processo burocrático, mas são esses erros, digo “esses“, pois aí estamos lidando com terceiros.

Portanto é serenidade…

Muita serenidade…

Tudo se resolve, as relações humanas são complicadas mesmo.

Portanto acho que cometi alguns erros nos últimos dias, e vou dizer: como aprendi!

Saber ter jogo de cintura, colocar a cabeça para funcionar, ver da melhor maneira que este erro seja minimizado, ou porque não até resolvido?

Apenas, diferentemente da infância, são erros mais graves.

Mas digo novamente: tudo é contornável e resolvido.

Hoje errei!

Aprendi?

E como!

Porque só erra quem tenta!

E quem não tenta não aprende, mesmo errando!

E estou neste mundo aqui para estar sempre em evolução, sempre aprendendo.

A vida é dura, é burocrática, de novo: a SOCIEDADE!

Como eu odeio esta palavra, mas ela acaba caindo sempre em todos os meus posts que escrevo. Porém agora estou ainda ouvindo música clássica, sereno, com fé, e ponto!

Sou um ser humano afinal?

Apesar de odiar a HUMANIDADE!

Acho que eu fiz uma boa abordagem sobre esse tema do erro.

O post está complexo, pois quero levar o leitor a um raciocínio profundo sobre isso, e como eu gosto de raciocínios que levam a profundas reflexões….

Vou publicar evidentemente, e assim, exerço a minha já declarada várias vezes: MELHOR TERAPIA, QUE É JUSTAMENTE A DE ESCREVER AQUI!

Estou pronto!

Sou Raul!

Sou Metamorfose Ambulante!

 

 

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