A afirmação do afirmativo

A profundeza da existência…

Os seus questionamentos.

Quantos?

Milhões?

Em relação à que?

A tudo, óbvio, desde reflexões profundas sobre o que você realmente tem na complexa e inimaginável consiêmcia e chegar à conclusão de que agora é: decidir tudo em caráter irrevogável!

Porque se uma pessoa se acha convicta em tudo o que está fazendo, desde posturas adotadas no dia a dia, à decisões que envolvem até a questão profissional, só funciona assim!

Porque eu sou um completo, total e absoluto contestador de tudo, tudo o que a criatividade da mente de quem está lendo essas modestas linhas, consigam dimensionar.

E o contestador, sempre estás envolvido no que diria: “perfil”, de quem sabe exatamente, onde planeja chegar, pois sou de um perfeccionismo irritante, e ter que tomar decisões e posturas a serem adotadas, depois de conclusões extremamente importantes, e aí entra a estória do que falei lá em cima “caráter irrevogável!”.

Acabei, instantaneamente, de concluir milhões de coisas, como ler um livro, que muda o rumo de vidas. O leitor se entende, dentro do perfil adotado deste livro.

Um livro muda um carater social adotado em um Mundo inteiro?

Imagina a vida de uma pessoa apenas?

E daí se processa decisões, e as pessoas mudam.

Mas o que já foi decidido com convicção, agora é em caráter definitivo e irrevogávem, já foi dito aí, logo acima!

E é justamente quando eu estou em total silêncio, no caso específico “silêncio”, é estar com a serenidade necessária para produzir. E vocês sabem que eu só produzo ouvindo música, com o controle na mão, apertando na opção “mudo” quando eventualmente precise de silêncio.

E depois de dissecar a fundo, exatamente TODAS, as pastas musicais, ofertadas pelo plano da minha tv à cabo, e por tudo que eu já conheço sobre música, afinal sou músico e compositor ainda na ativa, só abandonei o palco. E tenho um vasto currículo musical na minha bagagem, decidi: que só tenho ouvidos agora, para conseguir a brisa, ouvindo Música Clássica.

Portanto é todos os dias a partir de agora, se eu puder 24 horas tocando Música Clássica onde moro. Vou reforçar mais uma vez, e não me interpretem como chato, apenas para não fugir à memória de ninguém que está lendo este post, só produzo ouvindo música, no meu escritório ( apenas fechar a porta que dá para o corredor dos quartos, de onde moro, e ele está completamente funcional, com todos os meus livros disponíveis à venda perfeitamente ajeitados na minha mesa de trabalho, com wifi diponível, máquina de cartão de crédito, música rolando baixinho, e sempre que recebo as pessoas, compradores de livros em potencial ) está tudo funcional e profissional.

E daí, é onde eu trabalho, ressaltando que evidentemente sobe quem eu tenha a certeza de que posso recebê-lo, como uma indicação de um amigo, de outro que quer comprar, daí eu faço logo a pergunta padrão: “posso mandar subir, ou o recebo no saguão?”.

E agora reforço tombém: todas as minhas decisões agora são inalteráveis, e em caráter irrevogável!

Não interpretem essas linhas como uma pessoa que está sob o stress cotidiano, em estado de surto, muito pelo contrário, estou tomando decisões pontuais e ponto final. 

E falo sozinho, as paredes me entendem mesmo, os quadros do meu escritório, que é o que não falta nele, são o fato de que em quaisquer lugar onde se tenha parede disponível, uma obra de arte.

Uma estante com a minha incrível coleção de bibelôs. Pois durante o período que eu fui acometido de pânico de avião ( 13 anos sem voar ), minha mãe estava com o meu pai conhecendo o mundo, e um dia eu disse para a minha mãe: se eu não consigo conhecer o mundo, traga o mundo até mim?

E ela com a sua já dita inteligência, resolveu, para onde foi, por que se perguntarem eu apenas responderei: do Alasca ao Japão, China, Moscou, Índia, África do Sul.

Europa e Estados Unidos? 

Perdi as contas!

Portanto na sua sabedoria cumpriu o meu pedido, e de todo lugar para onde foi ( o mundo inteiro ), trouxe, além de outros presentes maravilhosos, um BIBELÔ, representativo do lugar.

E tenho evidentemente que dar os créditos a ela: “obrigado mãe”, o mundo, por sua generosidade e sabedoria, está dentro da minha casa. Você trouxe o mundo até mim!

Isso é gratidão eterna!

Portanto eu estou perdido em tantas reflexões aqui, e como sou detalhista demais, vão aparecendo variantes nos meus posts e eu vou acabando descobrindo outros motes, e os desenvolvendo imediatamente, mas óbvio, no final, sempre dou o desfecho da situação.

Olha aí, está tocando Beethoven,: “Sonata No 17 A Tempestade”, regida ao piano por Maria João Pires…

Entenderam?

Tudo que eu quis dizer, reflexões complexas mas completamente explicadas e dissecadas, puxando variantes e variáveis e não  poderia me negar ao ponto final, sem uma conclusão que amarre tudo..

Agora vocês tirem as suas conclusões!

 

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