Olha que complexidade ficou este raciocínio?

Só agora.

Só agora consegui digitar um post.

Por motivos de pressão máxima na minha cabeça por coisas complexas que estou envolvido, e por todos os meus fantasmas que me perseguem, que já foi explicitamente relatado em outros posts, e finalmente a minha terapia.

E de novo escolhi antes de digitar qualquer coisa, a arte do texto.

Flores…

Sabem de quem me lembrei?

Do Geraldo Vandré!

Quando disse para a platéia enfurecida porque ele não ganhou o festival de música, lá atrás, na época da ditadura:Gente, a vida não se resume a festivais.”.

E lógico que todos os seus músicos tiveram medo e pularam fora, mas ele, sozinho, e com todas as suas limitações de músico, era um grande compositor, mas ele pegou no violão, e foi lá sozinho, disse aquilo e executou a música.

E quando a ouço, me emociono.

E me lembrar do Geraldo Vandré é lasca não é?

É imediatamente pensar nos meus fantasmas.

Pronto.

Um contraponto a flores poderia ser armas?

Aqui está maquiado, com abstrações? Nem tem, só estou apenas falando de um fato que sei?

Mais uma vez repito: sou LIVRE, E NINGUÉM VAI TIRAR A MINHA LIBERDADE!

E como blogueiro profissional que sou, resolvi abordar esse contraponto…?

E quem está lendo até aqui, sabe que eu adoro desenvolver raciocínios pontuais.

Portanto de fato meu blog é terapia, literatura virtual também.

A música do Geraldo Vandré: PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES.

Ouçam ela?

Vejam que sensibilidade a dele.

E ele ficou em segundo lugar, porque até os jurados tiveram medo da opressão violenta da ditadura que iria imediatamente atrás deles, caso o Geraldo Vandré ficasse em primeiro lugar.

Bem, estão pensando que eu esqueci desse maldito contraponto?

Mas a platéia vaiou tanto, gente, não o Geraldo Vandré, os jurados, o Vandré foi ovacionado quando excutou, direito dos três primeiros colocados em fazer, critérios de festivais de música já definidos

Mas quando o Vandré apareceu, meu Dios…

Bem, novamente o contraponto, a arma, portanto também vou dissecar..

Eu não quero possuir um revólver dentro de minha casa, pois sou um cidadão do bem, não sei atirar, e nem tenho coragem de matar ninguém. Uma arma, aqui dentro, era para ser roubada pelo assaltante numa possível situação drástica.

POR ISSO EU NÃO ACREDITO EM PORTE DE ARMA. PARA CIDADÃOS DO BEM! ELES NÃO SABEM USAR, E SE USAR, USARÃO DE FORMA ABOMINÁVEL!

E vou dar um exemplo: sempre tive carro, me envolvi em um ACIDENTE sério, de fato. Mas foi um ACIDENTE. E Deus me ajudou, pois não houve vítimas, nem um pingo de sangue sequer.

Só bens materiais que foram pagos.

Portanto, o do outro veículo, que de fato eu estava errado, pois fatalmente o sol me encandeou, e passei direto em uma avenida, e quem dirige sabe que esse maldito sol é o maior perigo do motorista, portanto o do outro carro, partiu tantas vezes para cima de mim, seguraram ele uma dezena de vezes, a turma dodeixa disso”, fora as agressões verbais, como: “seu drogado, seu alcoólatra, seu filho da puta, eu vou te matar, eu vou destruir a tua vida.”.

Olha, eu fiquei de pé, parado, tranquilo por que não houve vítimasmeu carro tinha seguro, e até os guardas da CTTU chegarem, e pasmem, ainda segurarem ele, mas se ele triscasse em mim, daria um mata leão nele, pois sou faixa verde em Judô, e sei muito bem me DEFENDER!

E nem carreguei na súmula, para não ter que comparecer a uma vara de reconciliação.

Agora a pergunta: se este cidadão, UM CIDADÃO DO BEM TAMBÉM, PORÉM ALTERDO, estivesse armado? Quatro tiros no peito certamente eu levaria!

Entenderam?

Eu teria morrido, mas ele acabaria com a vida dele, pois minha família lutaria até o fim, pagando quantos advogados fossem necessários, para que o prendessem, e mantivessem ele o maior tempo possível preso!

E eu quero flores, porque acredito na paz.

Na paz acima de tudo.

E eu não sou violento, e nunca briguei nem em colégio. Mas aprendi, com dois mestres orientais, Nagay e Lee, a apena usar as minhas técnicas aprendidas nas Artes Marciais sempre para me defender.

Nunca agredi fisicamente ninguém!

Porque as técnicas de Judô são complexas, e ali, ele estaria FUDIDO comigo, caso chegasse a 5 metros de mim, e na hora da agressão, se fudeu ele.

Sou da paz, tenho convicções fortes, e ponto final.

E porte de arma para mim é isso que vou dize agora: meu laptop!

Aqui eu mato de uma vez milhões de pessoas.

E sabe como eu as mato?

As fazendo RFLETIR!

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2 comentários

  1. Meio disperso , no início, mas no final um bom texto.
    Somente me incomodam as frases diate da palavra todo(s), e as interrogações, quando deveriam ser exclamações.

    Curtir

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