Serenidade, paz, partilha…

Ouvindo música Clássica.

Só ela me acalma mesmo.

Tenho ciclos de euforia, de tristeza, de delírios. Os controlo com fármacos, mas até os fármacos tem o seu limite. É preciso entrar em estado de espírito para poder continuar trabalhando.

Eu acredito que também escrever aqui é outra grande forma de terapia. E eu a utilizo sempre que precisar, para dar um “plus” a mais nisso tudo. E quando tenho tempo, evidentemente.

Pois agora que meu aparelho descarregou, e preciso dele para estar monitorando tudo no que estou envolvido, pois estou envolvido no maior evento de até hoje, ainda falarei exclusivamente dele, lá na frente, portanto é todos os aparelhos telefônicos do lado, o aparelho que o defino como o micro computador, o mais importante deles, pois posso ter que responder imediatamente a algum e-mail que por ventura chegue.

E nessa balada, já estou agora, nesta palavra digitada, muito mais tranquilo…

Lógico, já até falei, preciso urgentemente de um Psicólogo.

Isso eu terei que arrumar uma forma de conseguir, pois para se conseguir o adequado, em todos os sentidos, incluindo aí na balança o financeiro, é difícil.

Mas preciso de fato!

E estou monitorando um até achá-lo.

Talvez amenidades mesmo é o que eu quero digitar.

Amenidades, pois nada melhor que elas, para tranquilizar o coração, a alma, o que quer que acreditem, pois existe o Poder Superior, e ele é justamente da forma que cada um o concebe.

Acabei de abaixar o volume da música, de repente aumentou assustadoramente, e quando olhei: Tchaikovsky estava tocando, e na sua música: “Concerto em Ré maior para Violino e orquestra”, chegou ao seu clímax, mas quero tudo silencioso.

E nessa balada, acredito que meu precioso computadorzinho, aquele que todos nós precisamos e usamos hoje, já esteja carregado, e já começou o horário comercial padrão.

Pois o meu horário comercial vocês sabem que é até eu concluir tudo que tenha achado necessário no dia, inclusive verificando minuciosamente tudo, e por vezes, até varando a madrugada se assim necessário for.

Acho que este texto terapia, que me fez muito bem, tenha servido para alguns de vocês.

Pois vou voltar a utilizar uma palavra que já não a usava à tempos: a partilha.

Sim, ela!

E aí, terá sido feita a partilha, se de alguma forma, alguém tenha se identificado com esta postagem.

 

 

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