Serenidade no lar

Bem, muita, mas muita serenidade agora aqui comigo…

Nem a pasta musical ofertada pelo serviço de tv à cabo, está ligada.

Não querendo ser repetitivo nos assuntos, até porque esta arte digital eu “pincelei” do mesmo banco ofertado pelo anterior, aqui foi mais uma peça artística que transmite energias.

Portanto as energias que estou aproveitando é silêncio total e absoluto.

No caso da auditiva.

E as vibrações é o que vou definir em uma palavra apenas: família.

E é na tranquilidade, ao lado da família, que somos de fato felizes. É quando nos vemos um pouco no direito de desfrutarmos, no meu caso a minha, no caso de vocês as suas.

Mas o meu conceito de família hoje tem outro significado mais amplo. Eu queria tanto passar um mês inteiro assim, deste jeito.

Mas não podemos parar?

Porque se chega umas férias encaixamos logo o horário em mais um investimento, para se qualificar mais ainda. Portanto resta mesmo é o fim de semana.

E hoje eu entendo o que não entendia há seis anos e meio, o significado da palavra: fim de semana.

Olha, não abro mão disso não, viu?

O amado Bruce acabou de dar um salto aqui para o meu lado. E se sentou. Ele também está feliz, muito mesmo.

Seus pais estão juntos com ele agora, e como todo animal, eles gostam de carinho e acolhimento. E desde que entendi que ele era meu filho, e não o meu animal de estimação, entendi também que ele é o meu melhor amigo.

Vamos lá, isso é tão gostoso. Pelo menos para mim, que estou fazendo das tripas coração para um dia ser alguém na vida, se é que já não o sou e nem tenha me dado conta ainda.

Nem preciso mais dizer que os milagres estão aí, e aos montes, e o maior de todos eles para mim, foi quando descobri a vida, RENASCI, diante de uma morte iminente que se caracterizaria em um “termo” que poderíamos classificar agora: suicídio.

Mas uma mão foi estendida e agarrei. Agora observando etapa por etapa, evolução a evolução, ao mote que estava dizendo lá em cima, de fato chego à conclusão específica: eu já sou alguém na vida!

E quero sim, evoluir cada vez mais, pois observo que isso é o que me dá mais prazer. Estar em constante evolução. E sei que eu ao fim da minha existência, ainda esteja evoluindo.

Sim, essa é a verdadeira situação.

Não quero esquecer aqui os “solitários”, pois até os 41 anos fui um, e entendo muito bem. Mas a minha geração, meus amigos já estão nas suas segundas, terceiras famílias, com filhos já adultos, outros ainda pequenos.

E eu sei o quanto dói a solidão, pois ela traz junto a carência afetiva, e no meu caso foi além: a mendicância afetiva.

Bem, sorte para vocês, e quando observarem as mãos estendidas, as agarre, e sigam!

Pois foi isso que fiz, e não me arrependi….

 

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