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Escrever é terapia.

Principalmente a virtual.

É nela que me encontrei.

Bem, tinha escrito um texto completo, lá atrás, há umas quatro horas.

Antes de teclar na opção PUBLICAR, reli tudo, era um papo legal, descontraído, bem informativo, reflexivo, SEM POLÍTICA, bem, no meu entender, do nada, o deletei.

Sei lá, já estava prontinho, com acabamento e tudo.

Só deixei esta Arte Gráfica que está aí, onde pincei no meu banco gringo de imagens grátis.

Sim, apenas deixei a Arte Gráfica e fui refletir…

Ouvindo música Clássica. E o tempo foi passando, e de repente percebi que me perdi em devaneios incríveis, a minha mente foi até a vigésima terceira dimensão, e de repente eu vi que se passaram quatro horas.

E eu ainda escutando música Clássica.

Voltei a digitar agora, neste exato momento. Hoje não tenho agenda. Não quero dormir mesmo.

Está rolando agora um Artista que desconheço, na pasta musical de TV à cabo ofertada para mim, um artista que nunca tinha ouvido falar: Haydn.

A música: Trio em Sol Maior.

E daí sei que quando ele aparecer de novo, já vou colocando mais um na minha lista de conhecidos.

Pois agora só me concentro com música erudita mesmo.

Quatro horas gente…

Perdido em reflexões, incluindo até onde o meu super, mega, hiper TOC me levou. E estou segurando a onda, sem ter que me medicar para combatê-lo.

Pois ele me FODE mesmo, quando aparece. O bombardeio a base de Benzodiazepínicos e Ansiolíticos. Mas o fato é que nem estou afim de química no meu organismo.

BASTA!

É aqui que vou conseguir me equilibrar mesmo.

Porque além de escrever para os meus seguidores, como sabem, já dito várias vezes, escrevo para MIM!

E sou perfeccionista ao ponto de apagar todo um texto pronto, para ser levado ao público.

Escrevo facilmente outro!

E escrevendo, faço terapia mesmo. Escrevendo virtualmente, o modelo personificado para mim agora, consigo ao final, encontrar o equilíbrio.

BASTA DE FÁRMACOS!

Já matei a bebida, agora o estou matando também. Aliás, a bebida já faz muito tempo que METRALHEI!

Sou polivalente, consigo sair dessas ciladas do meu TOC, digitando aqui também, porque não sou imbecil. Entendo que se tenho um laptop à minha disposição, assim, o utilizo hoje como a melhor terapia de todas.

Mas a Arte Gráfica padrão, anteriormente escolhida, eu mantive.

E não me perguntem o porquê.

Estou sempre procurando motes para desenvolver raciocínios filosóficos, teosóficos, uso e abuso do meu poderio de articular palavras, invento-as se for preciso, e adoro não ser compreendido mesmo.

Porque aí estarei ofertando conhecimento!

E ofertar conhecimento, é fazer uma pessoa ler, se for necessário e o quiserem fazer, milhões de vezes, para entender o mínimo que eu esteja digitando.

Pois está tudo dimensionado exatamente aqui, dentro do meu cérebro, arruinado e sequelado, mas que também consegue paz, mesmo que de madrugada, mesmo que não apareça o sono, pois o sono é meu inimigo.

Eu nunca o tenho mesmo?

Portanto vou por aí, tentando arrumar um mote elegante, pois isso foi apenas o cabeçalho.

Sibelius, que bela novidade agora apareceu?

Porra, acabou, começou agora Brahms, este eu já o conheço, e conheci por aqui mesmo.

De repente o mote é esse mesmo, esperar tocar Mozart, o meu favorito, o que me tranquiliza de verdade, o que está sempre tocando.

Já disse várias vezes que não se compara um Artista a outro, independente do estilo artístico em questão: Músicos, Artistas Plásticos, Escritores, e todas as variáveis artísticas, e com letra maiúscula mesmo!

Cada qual ao seu estilo, cada um que penetre nas mentes de quem os entendam ou queiram os absorver.

Vejam só, agora, neste exato instante, já eliminei o meu TOC, estão vendo o poder deste LAPTOP?

Preciso pagar 500 reais para uma pessoa me escutar por quarenta e cinco minutos, e ainda me empurrar uma porrada de receitas?

Pronto, então se metralhei o meu TOC e agora os Ansiolíticos e Benzodiazepínicos que eu estava prestes a tomar, farei uma pausa…

Havia esquecido que fiz um café bem forte, e é agora que vou tomar logo um copo cheio!

Um minuto…

Voltei, não estou nem um pouco afim de “pagar de bom moço” ( expressão nordestina ), portanto vou acender um cigarro, reler tudo.

Resolvi dar um desfecho nesse papo aqui, preciso me concentrar, vou reler, como disse.

Mas elegantemente, ao meu estilo: fumando cigarros.

Acho que fui muito claro em tudo aqui dito.

Isso é raro, pois muitas vezes não quero ser compreendido, mas de fato, no meu entender, ficou bastante óbvio este texto!

Ou seja: tenho o poder de driblar todos os meus transtornos neuropsiquiátricos através da escrita.

E agora apareceu Mozart, não falei?

Agora sim, acho que posso publicar…

E voltar à vigésima terceira dimensão de novo, mas agora, na PAZ!

Sim, e arrumar um título, mas isso é muito fácil.

Vai logo aí, no começo de tudo!

 

 

 

 

 

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