Poema: Giba Carvalheira!

Geraldo Vandré, peço permissão para começar o parafraseando até a metade

Para não dizer que não falei  ( Vandré ) de canhões

Os canhões são belos, igual aos meus culhões

E eles levam à ereção

E eles levam à percepção…

 

De que tudo está difícil

Mas o que não é difícil neste mundo?

´É difícil porque realmente o é

E ignorantes nem sente o que É…

 

Porem eu tive culhões

Eu assisti à tudo

Fiz minhas observações

Entendi até o que acontecerá com o mundo…

 

Sou um modesto escritor

Que nunca na poesia tinha tentado escrever

Mas sei lidar com a DOR

Pois sei exatamente como me submeter…

 

A partir de hoje, eu e minha família

Mas mesmo assim, EU em primeiro lugar

Pois a paz de espírito é como um mira

Que acerto em quem quiser acertar…

 

Não tenho medo de tiros

Tenho medo de luzes

Luzes do mal

Luzes do paranormal

 

Pois a ignorância  e o preconceito

Este sim, parte do seio familiar

Portanto vou acabar

Dizendo: vamos conciliar…

Giba Carvalheira, 17:11, 1 de janeiro de 2019

Recife – Pernambuco – Brasil

 

 

 

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