O sensor de Ré

Os símbolos…

Eu não conheço este da arte gráfica.

Mas me passou energias boas, por isso o escolhi para padronizar o meu Post.

Eu queria falar de uma coisa: liberdade!

TEMOS LIBERDADES DENTRO NOS NOSSOS PRÓPRIOS LARES?

Até porque somos desafiados visualmente, corporalmente, por pessoas que pouco me importo da sua vida.

Uma pessoa dentro do seu lar tem a liberdade total e absoluta, basta não ter problemas com o seu vizinho de porta, depois os da frente, o síndico/a e o resto do seu condomínio.

O resto de pouco me importa, eu sou livre onde moro.

E não é aluguel, e até onde der, patrimônio familiar.

Quis introduzir assim para dizer que tenho respeito a quem me respeita, pouco me importa da vida particular de ninguém, e para quem eu não preciso sequer dar satisfação, eu nem aí estou.

Estou no meu Lar.

Assim Seja!

Amém!

Sou pacífico…respeito à todos com a mesma elegância que sou respeitado, retribuo falta de empatia com topete em olhar firme, e rebato os meus desafios de vida com “tapa de pelica de lorde inglês”, aquelas tão elegantes….mas que doem tanto…talvez seja até uma bela resposta para uma vida!

Aconselhou um tutor e amigo familiar, daqueles que está solícito o escuta ao telefone por uma hora e meia seus conflitos, se o for preciso, até aos domingos, e fui aconselhado fundamentalmente e espiritualmente por ele, que vou para onde eu quiser, que seria em uma outra viés, faça o que quiser, como bandeiras que se levantam em prol de alguma causa edificante, no meu caso específico o da Tourette, mas aberto à todas as outras, e isso para mim é que eu sou, preciso dar satisfação à mim.

Portanto escolhi apenas uma pessoa na minha vida a dar satisfação, à minha mãe, e isso é um problema MEU.

E outro viés que poderíamos escolher do conceito de AMOR, pois tudo começou quando eu perguntei a ele o seu conceito de AMOR, via WATHSAPP, e ele respondeu bastante teosófico mesmo. E eu aceitei, mas coloquei convicções minhas a mais, para também dizer o que penso, e acredito que ele pode ser mais flexível em alguns pontos de vista.

Lógico, ele me escuta, ele me ensina, não só porque ele me ama, também porque ele gosta de se comunicar comigo, ele gosta dele me ler, ele gosta de trocar informações no privado.

Portanto se ele OFERTA EU TAMBÉM QUERO OFERTAR.

Agora se ele não compreender o que quero dizer, a nossa concordância da minha réplica que eu dei em relação à sua definição de AMOR, a sua resposta filosófico/teosócica (sinônimos?), fica aceito pela metade. Pois ele terá que concordar com a acrescentado igualmente filosófico/teosófica por mim (a réplica.).

Ou seja, disse: concordo, porém observe, …..”, e se ele aceitar, 100%  das minhas convicções da definição, ótimo.

Caso não, continuará a ser meu confidente familiar e espiritual, óbvio!!!

Mas agora só perguntarei a ele se ele já instalou o tão aconselhado por mim “sensor de ré”, no seu automóvel….

 

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