A oitava praga

Achei, está em alguma parede da vida.

Foi o meu primeiro quadro que pintei.

Foi terapia com a professora de Artes Plásticas Sandra Queiroz, que a conheci na mesma Irmandade, e sabia que ela dava aulas.

Fui lá, prazerosamente às aulas, pintei uns dez quadros, a “vibe” passou, e eu parei de fazer esta terapia. mas a imortalidade está aí. De repente, ao acaso, achei nos arquivos de meu laptop.

Sim, o que não seria pior que “A oitava praga” que não os traços de um esquizofrênico? Pois ali eu sempre misturava um comprimido de Clonazepan e outro de Akineton, para dar luz à minha mente, e me deixar fluir nas suas aulas.

Tinha por volta dos meus trinta e tantos anos, mas de fato me surpreendi, quando volto lá atrás, e possa supor que esteja pregado em alguma parede, de fato.

Existe gostos, eu particularmente fiquei assustado ao ver e imediatamente me lembrar deste quadro.

Que fique aqui o registro, a pasta musical é Rock Clássico, mas está tocando Jimi Hendrix.

E a peça tem o seu teor teosófico, óbvio.

Para quem queira saber, este conteúdo faraônico, vampiresco, picturescos, foram os que povoaram o meu imaginário a vida inteira.

E foi a minha primeira tela branca…na minha frente…e tintas…

Queria deixar este registro, achei que se tão envolvido no mundo das Artes Plásticas como estou, acredito ter dado a minha contribuição visual a alguma mente que se adapte a este estilo…

 

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