Ao Sow do Lounge

Queria falar de sentimentos…os mais belos possíveis….queria falar de sonhos…queria dizer coisas…muitas, na verdade.

Antes pensava em como levar uma vida louca mesmo, mas a dita e sã loucura é ditada pelo que a mente processa, num liquidificador de moelas cerebrais bem batidas, ao molho de tomate, servida no esparguete.

Parecem coisas horríveis, mais de fato não são, processam nossas mentes, e elas são defeituosas em todos os aspectos.

A detemperança…

Um impulso subitamente desviado por um mero acaso do destino, onde a pessoa vai de encontro ao letal, e o letal não está presente no néctar do cardápio aberto.

E ao embalo da transcendental música, o velho eremita vai filosofando, mesmo antes de seus pensamentos chegarem, vai jorrando palavras em um  laptop branco que há muito tempo não é limpo.

Sujo como seus pensamentos de minutos, mas purificados pelas sementes do esplendor.

Sim, agora eu sei, somos todos hereges da comunhão ao sangue, a carne que antes era o tormento virou a química, e foi relaxada com a planta divina.

O Espectro Vegetal.

Porque não dizer uma mistura de tudo mesmo?

Afinal de contas, estamos aqui para o embate diabólico da música Sow do Lounge.

E isso para os entendedores já basta!

Ou talvez tenha usado muita abstração….

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