TEMPESTADE

Ele está escondido no obelisco de mármore, o ASTRO REI, A DINVIDADE: O SOL!

E as civilizações se fascinaram com ele, os que denominamos “Pajés”, eram mortos quando não aparecia o SOL, quando TEMPESTADES apareciam.

Suas previsões tinham que agradar o povo.

Mas o povo nunca se agradava com os imprevistos deste SOL, por mais paradoxal que seja o título que irei colocar AGORA, pronto, já coloquei.

Pois na verdade estou nela, e não sei até quando vai durar esse tempo, o tempo máximo dela, pois preciso sair do meu óvulo, eu preciso evoluir e crescer, para um dia alcançar o SOL, assim como ÍCARO, ele também o quis atingir.

Mas a TEMPESTADE poderia ter trazido relâmpagos e trovões, e suas asas de cera certamente não derreteriam.

O que derreteu agora foi a minha cabeça, e só com música Clássica novamente. Mas calmo e tranquilo depois de escutar novamente Dvorak, sendo executado pela Orquestra da Filadélfia.

Ele mais uma vez, mas peguei uma oscilação no que ele quis dizer agora, esperem…sim, a TEMPESTADE, a acústica falou, ele quis falar alguma coisa, sim: agitação na sua cabeça, ÓBVIO!

Não era assim que esses notáveis mostravam as suas explosões e questionamentos, em notas que para mim são ALFABETO?

E digo isso, por ser músico e compositor, apesar de não tocar em nenhum instrumento há mais de seis anos, e ter um violão encordoado no meu quarto…ok…vamos executar coisa nova?

Não mais ficar tentando reaprender a tocar o que você sabia?

Sim, coisa nova virá por aí…

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