Não te percas

Cada vez que nossas vidas se cruzarem, mas um grito de aleluia eu soltarei.

Não é só buscando que se encontra respostas, muitas vezes o acaso do destino, quando se subestima um ser humano, faz com que esses encontros aconteçam.

Não foi o acaso, foi proposital.

Foi como se dissessem para você: “olha aí, coloca a língua de fora, isso nunca será teu.”.

Infelizes dessas pessoas, menosprezar justamente o último ser vivo de uma grande cidade, não compreender o reflexo de sua força, não ter aprendido com ele?

Bem, os motivos para isso não se sabe, talvez essa tal de maldade humana que eu tanto bato na tecla, ela de fato exista, e realmente é verossímil.

E quando se vê que perdeu nesse jogo do destino, ainda desesperadamente e de forma maquiavélica, tentar desfazer o erro.

O erro já foi cometido, nobre companheiro.

E o inocente que sempre foi vitimado pela maldade alheia, vitimado pela MENDICÂNCIA AFETIVA, dá um salto impressionante na sua vida, e por vezes ninguém compreende.

Eu, particularmente, não preciso de platéia, apenas sobreviver dignamente.

E sobrevivendo dignamente para mim já é o supra sumo da bondade divina.

Pobres e miseráveis de espírito.

Não se vende a alma ao diabo, ela jamais será recuperada.

Um dia paga-se todo o preço de sua covardia.

Nesse quesito já entra a espiritualidade, maligna e benigna, para ajustar os controles das pessoas que desvairadamente, tentaram de alguma forma, matar na unha todo um sentimento verdadeiro, de AMOR PURO.

Sim, o bem sempre vence, independente das eras, independente dos séculos e do reconhecimento.

As verdades vêm à tona, as pessoas tem que encará-las.

Vejo em mim, o reflexo de uma pessoa que ainda faz reajustes, mas que vitoriosamente desfruta de uma paz tão bela quanto este belo jardim da arte gráfica.

A vitória, bem, ela não é vitória, ela é mérito!

E o mérito, é o reconhecimento sem voz, pois nunca é parabenizado os vitoriosos que estavam em estado de transformação, de superação, de obstáculo.

Mais vale bater nas costas de quem está nos ditames da normalidade, pois da loucura, sei bem eu, nunca houve um reconhecimento e um pedido de desculpas verbal, pois isso de fato não acontece.

E os rancores alheios engolidos, também não atinge as pessoas que nada buscam, apenas a felicidade tão rara, mas real.

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