Brilho e incorporação oriental

É bem certo que se deve sempre fazer os experimentos em relação à escrita digital (a virtualizada, que passa energias cibernéticas e virtuais) e a mente de quem está digitando (energias da consciência e metafísicas.).

Pois duas energias juntas, fazem a fusão perfeita para que se possa equilibrar uma linha de raciocínio de uma mente em desordem.

A desordem pode ser compensada com as argumentações óbvias de quem é possuidor de algumas sequelas, mas essas sequelas o fortaleceram ao ponto de seu brilho ter sido sempre insuperável.

Por vezes foi necessário eu utilizar de forças inimagináveis na minha vida, para superação de obstáculos, que ia desde a conquista de um coração, ao desempenho do equilíbrio em relação à sociedade que me cercou.

Fiz artes marciais, fui orientado por dois Mestres orientais: Nagay e Lee.

Dois métodos!

Porém a cultura oriental da autodefesa, me fortaleceu muito. O poder de concentração também. O foco idem. Vamos colocar mais coisas nessa parada como a formação cultural.

Um dia o Lee, que depois de ter passado quatro anos na faixa laranja, com o comando de Nagay, tanto tempo que ela estava completamente desbotada, e quando houve a troca de treinadores no colégio em que eu estudava, e o Lee assumiu, ele imediatamente ao me ver treinar, já disse que eu poderia ser faixa verde, sem precisar fazer o famoso exame de faixa.

Pronto, a minha meta como judoca tinha sido atingida, eu era faixa verde!

Depois de um ano sob o seu comando, chegando a fazer uma nova modalidade paralela que foi a Defesa Pessoal, mas de fato não me dediquei o bastante, apenas aprendi o básico, meu foco mesmo era o Judô, ele me chamou na aula, no final, com outros três.

Sentamos na sua salinha minúscula, e ele disse: vocês tem nível Olímpico, mas falta muito, muito mesmo. Disciplina e dedicação. A partir de hoje, duas duplas se formarão, e só quero vocês duelando nos treinos.

Nos treinamentos éramos escolhidos para lutar, ou escolhíamos. A partir de então, eu fiquei só e exclusivamente lutando nos treinos com outro faixa verde, uns dez quilos mais que eu.

Não vou dizer que nunca o levei à lona, mas foram poucas vezes. igualmente ele a mim. Ele era gordo, pesado, mas eu era ágil como uma flecha.

Lee quis que eu pegasse no peso pesado, e queria que o adversário treinasse com o lince.

Acho que deu para explicar.

Sempre empatávamos nos embates.

Hoje observo que foi uma excelente tática do treinador, pois eu nas competições derrubava meus adversários (era por peso) imediatamente. E o outro nas mesmas competições (com os de seu peso), absorveu a minha agilidade em golpear fatalmente.

Admiro a tática de Lee.

Mas fui Campeão Pernambucano com Nagay.

Anteriormente a Lee.

Nunca mais conquistei este Título, pois a idade já chegava, e Lee querendo me oferecer a faixa roxa, e eu recusando (por motivos particulares, me preservo no direito de ter recusado a roxa, o que seria a antepenúltima antes da preta) pois já tinha alcançado meu objetivo, e já não era mais o mesmo judoca dedicado.

Já bebia todos os finais de semana, e o que ocorreu foi que acabei por abandonar a carreira de judoca.

Dos sete aos dezesseis anos, nove anos, e na idade da formação.

Bem, o Judô incorporou. O controle do medo. Sim, temos medo, sempre. Apesar de hoje o meu omoplata quase ter sofrido uma fratura e eu ter perdido parte da força do braço esquerdo, ainda sou capaz de no direito, fazer alguns truques, que deixariam qualquer um na lona imediatamente.

Talvez até ter que ser cirurgiado.

Aprendi sempre a me defender. O único embate fora dos tatames que tive, foi na sétima série, quando um idiota tentou insistentemente me humilhar. Bem, foi lona na hora, evidentemente. E na frente da turma inteira.

Hoje observo que aquele dia foi um divisor de águas.

Ali, nunca ninguém mais teve coragem de me agredir moralmente.

E aqui, hoje contando isso, eu junto essas energias, junto com as orientais, as místicas, as virtuais, e reafirmo: talvez não seja flor que se cheire.

Ou numa variável, poderia dizer: não pise no meu calo.

Mais uma coisa que havia esquecido de incorporar, mais antigo ainda, a filosofia oriental do Judô, e agora com a Semiótica, a Teosófica, a Mística, a Filosofia dos 12 Passos, concluo que atingi uma perfeição que jamais puderia supor um dia.

Mas agora já não vejo como perfeição, pois quero mais, óbvio. O que tiver de conhecimento para me ofertar, eu aceito. Mas é raro, e isso digo sem falsa modéstia, até porque eu estou aqui para contar isso, da forma que vocês gostam, portanto eu tenho alguma coisa a OFERTAR!!!

E QUERO QUE ME OFERTEM IGUALMENTE!!!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s