A dor…o amor.

Tenho me concentrado ao máximo para a efetivação de um elo que considero a máxima interpretação de um “ser” para a sua transição com as coisas fáceis de ser representadas.

Dores…dores são necesárias. Simbolicamente, as pessoas não vivem mesmo se auto-mutilando?

Eu estou certo de que a grande verdade do mundo, é saber que o que me cerca é bondade e isso está representado na “aura” que sei sim estar em sintonia com a minha constante.

Meu cotidiano.

Os livros já falaram tudo, e em recente evangelização pessoal, senti que na verdade a dor física é igualmente igual ao AMOR.

E se é possível amar de verdade o próximo, ama-se até o seu inimigo.

Vejo pessoas idiotizadas pela fé inabalável, mas perdoo os algozes, eles sim, são os infelizes.

Porque se não tenho a culpa do mundo, não carrego nas costas a culpa do mundo, sou possuidor do AMOR e do PERDÃO também.

Mas o perdão tem as suas limitações de retorno ao que era antes, porém existe o perdão dentro de mim. Sou uma pessoa de valor, e sei quem me valoriza.

Conto nos dedos.

E até dedos perco por ter que retirá-los das minhas mãos às vezes.

O ambiente voltou, a música está de volta, mas a dor física de um pequeno dente apenas me incomoda, um “pouquinho.”.

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