Mutação animal

Dizem que ele traz sorte, mas é o verde da esperança.

Gafanhoto vermelho pode existir, de fato não sei, mas que é uma Arte Digital, todos sabem.

Porém a fauna brasileira é diversa, devem existir suas variedades e mutações.

Independente da camuflagem, pois uma determinada mata pode ter a essência de tonalidades diferentes, e daí as mutações animais surgem.

Seria este gafalhoto mutante?

Pouco importa, o que vale é que eu sou mutação constante, eu sou vermelho, adoro essa cor, e sem ideologias partidárias.

O vermelho não é uma cor proibida, não é?

Aliás, uma bela cor por sinal.

Prefiro o amarelo, mas a mutação de minha essência de variáveis, me remete a admitir que mudo constantemente de predileções.

As minhas, elas são por demais constantes.

Mas isso é prova de inconstância?

Digo: não!

Inconstante seria mudar convicções formadas em décadas, pois realmente as pessoas distorcem tudo mesmo.

Convicções são formadas desde a sua estrutura sólida de aprendizado.

E aprendizado advém de décadas, pois não sou mais um garoto, apesar de muitos acharem o tal.

Sou rapaz crescido, não sou cobra criada, mas me criei no meio delas.

Sou gafanhoto mesmo, os insetos são muito sensoriais, muito temidos pela sociedade humana, e daí a minha predileção.

Não me colocam nem medo nem nojo.

E olha que ele ataca o sangue (vermelho) mais delicioso. É só perceber duas pessoas conversando, e insetos sobrevoarem a cabeça de apenas de uma.

Alguma coisa legal deve ter lá, o seu olfato deve detectar tudo, na hora.

Mas gafanhotos são tão inofensivos, que de fato acho que nem picam, pelo contrário, fogem da gente.

Tem o seu estado de casulo, e desabrocham para uma breve vida.

Apenas na essência do saber oriental, é apreciado, pois eles sabem das suas proteínas, e se alimentam de insetos.

Não experimentei nada fora as tanajuras no óleo, quando criança, e digo: iguaria de cachaceiro.

Mas não bebia quando criança, mas vi pessoas bebendo e comendo, as que eu caçava com a vizinhança, e entregava para os pais dos meus colegas de rua.

Época de muito mato, pouca casa, e muito verde, apesar deste aí da Arte Gráfica, representar a minha essência às 1:35h, escutando um tal de Balakirev sendo executado no piano de Claudio Arrau.

Mão esquerda fá, e mão direita sol.

Interessante instrumento, interessante artista e música.

E acabei de ir no Google, e observei que ele era Russo.

Que sintonia…

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