Tecnofóbico eu?

E vamos para mais uma maratona literária, intercalada com artísticas nas minhas redes sociais.

Havia falado no último Post do meu eu introspectivo novamente.

Pois é exatamente nessas horas, é quando de fato ele aparece…a presença adorável de uma pequena e ilustre hóspede para me fazer companhia.

E ela me trouxe paz…

Mas por falar de introspectivo, na variáel da introspecção, e no mutável da noite/dia, concordo que de fato, o amanhecer se torna uma situação bastante aprazível agora.

O tempo realmente some da minha frente, a concentração e foco me deixam sem tempo, sem conseguir saber o que se passa realmente nesta tal de rotatividade.

Tudo é rotativo, tudo é elementar.

A minha cabeça nunca esteve tão legal como agora, pois os problemas estão aparecendo aos montes, e eu estou conseguindo os contornar.

Não mais me deixo abater pelos meus conflitos existenciais, ao contrário, os combato com bastante vigor e determinação.

Adoro esse momento…não gosto da comunicação do corpo a corpo mesmo.

Gosto das reflexões noctívagas, pois os noctívagos estão aí, sempre me acompanhando, porém os do outro lado do mundo, diríamos, os não noctívagos, já estão acordando, e interagindo.

Portanto sou eu e eu mesmo, com a virtualidade ofertada, com a minha rotação em “frames”, com a minha introspecção na jogada.

Com o amanhecer, com o anoitecer.

Com a madrugada que é dia, e com o dia que virou madrugada e que virará dia de novo, diante de meus olhos.

Pois é 48 horas no ar.

Sim, e jogo ao meu favor, sim, e aproveito para recuperar o tempo perdido.

Perdi muito tempo idiotizado, e de repente o tabuleiro se inverte, e passo a perceber que os idiotizados são os outros.

A vida de fato é um tabuleiro de xadrez.

A vida de fato é um enigmático enigma…e ela dá os seus contornos, transformando mitos em bandidos e bandidos em mitos.

E transformam as pessoas do bem em pessoas do mal, na mesma proporcionalidade do parágrafo acima.

Eu estou calmamente ouvindo New Rock, mas posso mudar a pasta musical, tão instantaneamente como quem muda um vinil que acabou de tocar.

Mas a parada aqui é puramente digital, portanto vamos a ela, nada de conceitos nem de vertentes saudosistas.

Quero mesmo aproveitar isso aqui dentro de mim, e falo dessa condição de valorizar os novos coceitos e tendências.

Inovar na inovação do tecnológico, acompanhar seus passos.

Vamos flutuar em brisa e vamos voltar ao introspectivo, pois ele é apenas meu.

E quando uma coisa é minha, sim, ninguém a tira.

Comigo, e só!

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