O que seria do Vinil? Eis a radiola.

No Rock Clássico, novos conceitos mudam, e eles são mutáveis.

Eis que surge um conceito do Delírio Místico, e eu sou do conceito do Expressionismo Pernambucano.

Foram dois legados que deixei, e aqui quero me expressar, pois sou expressionista.

Todas as luzes da sala acesas, claro…é luz, é amor…

E aqui, como digito na velocidade do pensamento, o que vier será instantaneamente digitado.

Uma parábola…

A parábola da ofertada radiola de vinil. Pois ele foi ofertado por ter um significado, e por ter durante uma vida tocada nos ouvidos de alguém, ou de vários alguéns…

Objeto de estima.

Eu, aqui na minha residência tenho várias relíqueias do meu Avô.

Eu o Biografei.

Eu o sinto até hoje, e as lembraças estão vivas em relação a todos os meus avôs e avós que a vida me proporcionou conhecer.

E desfrutar de todos os seus ensinamentos.

De toda a elegância do charme de uma terceira idade que me encantava, pois eu acho os idosos pessoas fantásticas.

Eu aprendi muito com minha avó Zaira, eu aprendi com meu avô Emílio, eu aprendi com a minha avó Beatriz, eu aprendi muito com o meu avô Fred.

Mas o encanto pelo vinil, foi justamente no dia que foste buscar o tão amado tocador de vinis, a radiola propriamente dita, apesar das combustões químicas e gestoras entre neologismos e metáforas, captadas com muito raciocínio.

Mas hoje um clube do vinil: uma elegância.

Aqui alguém tem o melhor clube do vimil do planeta, e esta pessoa, solitariamente segue nos combalidos dias de quaisquer ser humano, ouvindo suas angústias, ao som do mais puro e elegante, aliás, a mais pura e elegante relíquia que possui.

E muita música se foi ouvida nesta radiola, uma vida inteira, para o dia em que foste enfim buscar, e foi inesquecível.

As metáforas estão aparecendo, e ela tem interpretação livre e democrática.

Afinal, não comando a velocidade do que estou digitando agora, a parada aqui está rápida mesmo.

Stop!

Olhar para a pasta musical de Rock Clássico, ofertada mela minha tv à cabo, pois não tiro os dedos do teclado e nem vejo o monitor.

Stop!

Genesis.

Grande banda, perpetuou a lenda do notável possuidor da parábola do clube do vinil, com raridades e antiguidades, e relíquias tão introspectivas, que sei que contribui para o formar.

Estou de fato escrevendo uma parábola, talvez muito metáfórica, mas estou querendo fazer um quinto teste de uma coisa aqui.

Outra pessoa, certamente, sempre que possível, frequenta este clube, por isso a denominação clube do vinil, pois já são dois.

E talvez mais…

Talvez juntá-los todos uma vez por mês, para apreciarem a relíquia deixada para a posteridade?

A parábola é muito profunda, pois um legado como este, se dá em uma convivência, uma vida, e sim, um histórico musical, adaptado a tudo que o peregrino do clube do vinil se transformou, tamanha relíquia de objetos de estima pessoal, pois clubes em notável nobreza, tem que ter relíquias íntimas e pessoais.

E presenciais…espirituais, sim.

Elas são mágicas quando sabemos que deixamos um legado, e as abstraçõers ficam por aqui, pois o entendiento vai ser alheio.

Pois nesta parábola, é preciso de um caldo teosófico profundo ao raciocinar.

Concordam?

Metáforas e neologismos, oras.

E começou a tocar a música: All Right Now. O nome do Artista: Free. O nome do Álbum: The Free Story.

Acho que agora, com os créditos dados, acaba este Post místico, exotérico, METAFÍSICO, quântico, em fórmulas e combustões mais além que a propria sabedoria da força que possui o notável desta parábola.

Sim, todos nós…

Janis Joplin na parada, preciso escutá-la…

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