A epopéia

Não queria dizer que cada um carrega a sua Cruz, pois odeio chichês.

O amor e a dor, elas são eternas companheiras da mutação cósmica dos astros, que variam de cores e interpretações, onde interpretar às vezes, é uma forma errônea de se utilizar da FÉ!!!

Sou adepto do amor, da ingenuidade, sobrevivo do jeito que posso, do jeito que dá, e tenho um desapego enorme pelas coisas.

Desapego até da minha própria vida.

Mas que vida afinal?

A minha vida é uma eterna solução de questionamentos, e sei demais, sou muito invisível aos olhos velados das ameaças que pouco me assustam.

Eu sei de quem eu sou filho, mas acredito que dentro das minhas mutações, irei parar de usar outro chichê.

Isso é assunto de quem sabe das coisas, de quem vem me acompanhando, óbvio, estou sendo acompanhado, mas eu acompanho também.

O garoto aqui, o ingênuo aqui, de idiota não tem nada.

Mas a minha lisura e honestidade, o respeito que as pessoas tem comigo, os que eu apenas quero e necessito, eu já possuo.

O resto, é buscar respostas, sempre, pois não existe a parte do “stop”, para o questionador nato.

Dou valor apenas ao meu diploma universitário, e isso devem saber porque.

De resto, busco a paz, sempre, apesar de nunca conseguir tê-la, pois a angústia é a causadora de todos os meus tormentos.

E que eu tenha a credibilidade de um dia ser escutado, seja em vida, seja em morte.

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