Ricardo Carvalheira (do Cubismo ao Expressionismo)

Ricardo Carvalheira

Esta madrugada tive o prazer de receber o trabalho do notável Artista Plástico Ricardo Carvalheira.

Já havíamos conversado anteriormente, e sim, suas fortes influências cubistas, já eram sabidas por mim.

Mas aqui, o espaço é para eu divagar de forma talvez intuitiva, pois tenho grande conhecimento de Artes em geral, e por ter até lançado Manifesto Artístico.

E eu vou aqui na sequência apresentando o seu trabalho, e fazendo algumas observações.

Pedi na verdade quatro trabalhos seus, mas dois foram o bastante para eu chegar onde queria.

Noto, clara e nitidamente, que ele é Expressionista, e vou mais além, está dentro do Expressionismo Pernambucano.


Pé de capoeira
80x120x4,5cm


Observem nesta bela peça artística, o Cubisbmo é nítido, mas ele se “expressa” de forma fenomenal.

Suas pinceladas e cores, além de ter mágicos contornos, demonstra que dos pincéis ele entende muito bem.

E o Expressionismo dele é o Pernambucano, pois as suas observações, costumo definir como “clic” artístico visual, aquela coisa de retina que só Artistas possuem, que aí está uma paisagem puramente deste “clic” a que me refiro.

Expressionista Pernambucano?

Fica as observações e as conclusões de quem está lendo este Post.

Se a capoeira faz parte da nossa bela cultura, falo nossa, pois sou pernambucano, ou vivi em pernambuco, de que importa?, e a capoeira está presente nas rodas metafísicas do nosso cotidiano.

Mas este enigmático Artista Plástico, está de fato se “expressando cubisticamente”, pernambucanamente, ou as váriáveis que por ventura surjam.

Não quero citar as várias coleções de renome que esta peça foi exibida, pois comprometeria no tamanho do Post, mas digo: foram várias, e todos de notáveis.

A minha intenção é de apresentá-lo neste Blog.

Última Ceia Pernambucana
120x80x4 cm

Veja esta bela homenagens a ícones pernambucanos como: Naná Vasconcelos, Chico Science, Bill do Olho Verde, Luiz Gonzaga, Francisco Brennand, Gilberto Freire, Frei Caneca, Alceu Valença, Capiba, Abelardo Barbosa, Chacrinha, Paulo Freire, Dominguinhos e Manoel Bandeira.

E mais uma vez a Cultura Popular evidenciada, que mesmo no Cubismo, está se “expressando” de forma magnífica e nítida.

Eu costumo muito me surpreender com talentos como o Ricardo Carvalheira.

Acredito muito no valor de pessoas ímpares, seja na essênca humana, seja na condição criativa de quem sabe o fazer.

Neste modesto espaço, deixo o registro mundial, de um apreciador leigo, mas “antenado” e tudo o que vê.

Ao Ricardo Carvalheira, mais um parceiro destes que o destino nos faz com que cruzemos, ainda tem um parentesco comigo.

Portanto tenho que ser muito profissional, para não influenciar negativamente nas minhas observações.

Mas o registro deste seu novo Marchand destas duas obras, me deixa com uma satisfação condicionada à honra.

Sim, muito honrado de receber tão digno trabalho, escutando o erudito Alfven, e fazendo as minhas observações artísticas com um embasamente de conteúdo observativo.

E como todos sabem, um registro aqui no meu espaço, vai para o mundo!!!

Vai para os anais da virtualidade, nestas Ocas da Aldeia, que é onde nós vivemos hoje.

Satisfação singular, introspectiva e poderia definir com apenas uma palavra: ENCANTADO!

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