Reflexão do bolero de Satã

Gonzaguinha é um bom anúncio de maratona literária.

Na verdade, os dias tem sido horas, as horas minutos e os minutos segundos, atualmente.

Na vida existe toda uma constelação de compreensão do EU particular, com o EU introspectivo.

Sei que terei o que mais gosto ultimamente, que é a minha amada e sagrada madrugada…ela é bela como já disse, e cada rotação da Lua altera meus sentidos sensoriais.

Navegando entre infindáveis reflexões, entendo perfeitamente o significado de união, do prazer de estar ao lado de quem se deve, e de estar de bem consigo mesmo, e para isso, consciência tranquila.

Consciência de um homem livre, uma pessoa acima de tudo além de libertária, com o devido direito de se comunicar com quaisquer pessoa que seja.

E se isso incomoda o mundo pouco me importa, pois eu sou a pessoa mais importante para mim.

Sim, não tenho maldades, não sou uma pessoa do mal, sou uma pessoa muito simples e de essência pura.

Já disse em Post anterior, que os que provam do meu néctar, sabem bem o quão doce ele é.

Das pessoas que aceitaram minha mão, seguraram, talvez uma não se arrependeu? Sim, hoje…muitas hoje se arrependeram de não a ter segurado.

A minha constância madura e quase imatura, me transformou numa pessoa acima de tudo idealista.

Solitário, mas a solidão do silêncio.

Estou no comando das coisas, estou no comando de mim mesmo.

Roberta Flack fecha este Post com sua breve carreira, da década de 70, óbvio.

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