O olhar obtuso do espelho

Tive a sorte de sonhar…sonhei muito, até demais…sonhei até quando todos (as) desacreditavam, e acertei.

E assim foi uma longa jornada de vislumbrações do real, o real que é escondido de nós quando criança.

Somos eternas crianças?

Ou queríamos ser?

Eu bem que queria, mas hoje observo o mundo de maneira mais paradoxal que aquela que me ensinaram.

A dor, a cicatriz, essa fica e ficou para sempre.

A sorte, não para os pródigos, mas para os que buscam o entendimento com o ser material e espiritual…a sorte, ela existe.

E o peregrino vai aqui digitando linhas, sem saber ao certo até quando irá parar com o seu desassossego.

Volta e meia, me vejo no espelho que me tirou da tenra inocência.

Sim, nada mais que isso.

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