Somos todos

Costumava me dizer o camarada Kabalevsky, que ouvi-lo até o final de uma de suas Sonatas, me levaria ao delírio.

Ele sempre acertou em seus ensinamentos.

Hoje sou seu fã assumido.

A porta está fechada para meus instintos puros?

Nunca!

Muito amor no meu coração, é só isso que tenho.

Tento muito interagir com os meus, mas os meus parecem que viraram de outros.

Eu escolhi uma vida de monge?

Não sei, mas a solidão, a reflexão, a meditação, tem sido as últimas coisas que faço durante quase um ano.

Ou talvez mais do que isso, hein?

Mas as preces foram feitas, eu segui os ensinamentos, e estou aprendendo ainda mais. As minhas reflexões tem sido bastante apuradas atualmente.

Muito lindo escutar agora, neste exato instante, o Bach iniciar uma Sonata. Esses notáveis ajudam muito nas minhas madrugadas sensoriais.

Eles são notáveis.

Eu não sou tanto.

Queria o colocar no volume 100, mas acabaria por incomodar a quem me dá tanto alento, amor, maturidade?

Por isso deixo o coração partido por isso, e que a sorte de dias melhores, não só para mim, como para os meus, que estão distantes, mas não canso de os procurar, chegue leve e suave.

E nunca desistirei…mesmo os que vivem no imaginário das amarras.

Mesmo os que vivem nas amarras do imaginário…

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