O encantador do tesouro

Para onde se vai quando não há para onde se ir? Falam tanto do coração, mas a cabeça é a que comanda a dor, a ereção, o DISSABOR.

Não quero formentar aqui leves questionamentos sobre a plenitude da alma, pois a cartografia náutica nunca soube para onde ia, há 500 anos atrás, somente.

Sou sabedor sim, que tonalidades e luzes, reflexos e olhares, são poderosos quanto os olhos dos navegadores contemporâneos.

Mas eu sou apenas um leigo observador das coisas, mirado para o abstrato, cogumélico, pós-cogumélico e uma nova variação que eu ainda vá encontrar, certamente.

Passando pelo psicodelismo.

A madrugada chega daqui a pouco, escurece, e de lá, um pulo.

E o SILÊNCIO.

É nela quem sou eu.

É nela que SOU HERÓI.

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