O brilho laranja da prosperidade

Nascer, o nascer do Astro Rei!

Espero ansiosamente por este momento, a madrugada me consumiu alguns neurônios a mais, porém foi uma madrugada prazerosa.

Mas bate um cansaço, e por vezes me vejo vítima de mim mesmo.

Mas isso é uma constante na minha vida, solitária com o EU introspectivo.

Não vivo só, tenho uma companheira, mas a minha solidão está dentro de mim, e agora por exemplo, estou há sete horas no mais absoluto silêncio, melhor, no mais absoluto e auditivo musical solitário rolando.

Ninguém consegue acompanhar o meu ritmo.

E eu já falei várias vezes que a minha vida está dividida em frames, portanto este é o frame da exaustão, porém ainda não o do sono.

Meu raciocínio às vezes quer sair de mim, mas tenho que o controlar, pois caso contrário, desabo na frente do laptop.

Mas nada melhor que ver o Sol, ele me dá LUZ…para prosseguir, para exercer o que mais gosto: literatura virtual.

Olho no relógio e vejo que são 4:46h, e se fosse verão já estaria clareando, mas nesse outono nordestino isso só acontece depois das cinco.

Porém depois de verificar todas as estruturas do texto, deixar ele com uma moldura, pescar uma arte gráfica e arranjar um título, isso ocorrerá.

Ficar acordado para mim é mais que necessário, e nesses tempos de ansiedade, digitar no laptop a coisa melhor a fazer.

Vamos lá, não é à toa que me chamam mesmo de escritor, apesar de eu ser tantas outras coisas.

Portanto aí vai mais um…

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