Anthology

Observo as cores e as transições.

Voltei ao vermelho…o rubro de fato me fascina, e este estado de espírito nas cores está cada vez mais evidente em minhas entranhas moleculares cerebrais.

Digo com clarevidência, digo com a raridade de quem quer apenas a aproximação com o real, que essa minha vida surreal é a demasiada escada da ponte que não tem fundo, como o poço.

No fundo do poço eu fui, e dele saí, na vida estamos sendo testados eternamente. Temos que ser treinados para sermos os melhores.

Somos e podemos diminuir tanta competitividade, eu, por exemplo, não estou nem aí para as situações da vida, dos meus supostos “concorrentes”, para mim, todos são parceiros.

E tenho visto tudo o que demasiadamente me faz feliz.

Uma pessoa libertária pode sim estar inserida no papel da liberdade de espírito!!!

Espírito livre!!!

Eu sou livre e essa liberdade é muito agradável, tanto quanto a Gal Costa que canta nos meus ouvidos.

Sou rubro negro, torcedor do Sport Club do Recife, e esta cor portanto estará sempre aqui.

Somos todos executados a cada dia quando respiramos esse gás tóxico que tudo mata, e mata por dentro também.

Por fora só aparências…só aparências.

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