O sorriso do acaso

Samire e Miu – Clodoaldo Turcato

Os momentos das pessoas questionadoras são muito introspectivos, às vezes não tenho ninguém para falar.

Mas aparece o casal.

Independente do seu estado energético, escolhi para o local da Arte Gráfica uma bela peça de CODÔ (Clodoaldo Turcato), a minha predileta.

Bem, vejamos, temos que montar todo o esquema. Café ao lado, copo de água, cinzeiro, cigarros e isqueiro.

Anos 70, e de cara os Novos Baianos.

Eu os vi ao vivo e foi inesquecível.

Clodoaldo Turcato, me traga um lenço, estou muito emocionado.

Metaforicamente, deu uma bela introdução…concordam?

Estou mesmo aqui para descontrair, esperar a quem eu devo minha vida voltar, ou menhor: chegar.

E nossos momentos serão todos equecidos pelo derivado do pecado.

E instaura-se uma reunião para saber se será necessário a construção de um novo Manicômio na Cidade.

E quem afinal quer estar lá?

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