Da Santíssima Trindade ao “Hell”

Imagens sacras me agradam.

Imagens mórbidas idem.

Estou no “Concerto Para Orquestra”, de Bartók, e esse som está em sintonia com tudo isso.

O jovem de 54 anos ainda sente os amores e mimos de sua mãe, mas não sabe ele que seu destino será trágico.

Não compreende ele que a sua sensibilidade macabra um dia se voltará contr si, e terá uma série sucessiva de “tetos pretos”, entrando em estado de gnose.

E ele vai sofrer muito, seus derradeiros desejos edipianos chegará ao fim!

Basta, a sua força acabou.

E agora resta a ele, lamber as suas feridas, e se julgar, melhor, se auto-julgar, para descobrir o porque de tanta solidão.

Definhará como um esqueleto poroso, e irá para a Santíssima Trindade, podendo querer ir para o “Hell” que todos nós desejamos.

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