O algoz do desejo

Não gosto muito das amarras vividas por um homem que na verdade sempre se desenrolou para tudo.

Massenet começou, não o conheço.

Uma soprano.

Erudito, bastante curioso isso, agora o tenor, e vamos caminhando na madrugada rumo a uma talvez maratona literária.

Queria que soubessem que, modificado pelo tempo amargo, hoje não tenho medo mais de nada.

Hoje eu sei que um homem dentro de mim, dentro da minha falta de vigilância eterna, se apagou com o tempo.

Não, não me procuram mais, e nem quero que me procurem.

E o Alexandre Dossin começou no piano…

Eu estaria mentindo se não falasse que datas comemorativas, boas e ruins, são coisas que abomino.

Principalmente pois sei que todas elas são capitalistas.

Mas, os seres humanos dão valor a isso mesmo.

365 dias, e mais um ano se passa.

Vamos acreditar, vale muito mais a seleção da matéria, do que a matéria que não foi dada. E não sendo dada, a matéria cerebral atrofia.

Não sei o porque deste parágrafo acima, mas foi digitado.

Sei que não estou só…e apenas isso.

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