As asas da metrópole

Quem está ao meu lado na passagem para o outro lado…ou melhor, quem estará?

De fato não sei se o fim é o fim, ou se essa energia pulsante que brota de mim cada vez que eu vejo com clarevidência uma mediunidade brotando, não, não sei de fato afirmar mais nada.

Uma pausa…os “olhos” da parede…Vivaldi.

A respiração está cansada, eu sei que é o destino me deixar nesta situação, afinal, de que vale a honra de um medíocre de alma se a sua solidão aquietadora não o descansa.

Vivo só, só, comigo mesmo, até o fim.

Até ser a semente que brotará o Espectro Germinal.

Viscerou o angelical…

Beethoven, você chegou para me dar paz, meus ouvidos eruditos se acalmam muito com você.

Não é mais preciso ansiolítico, não preciso de exercícios físicos, só escutá-lo.

Nada mais…

…um pouco de refrigerante.

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