A fé do andarilho

Para onde se vai quando não há para onde se ir? Falam tanto do coração, mas esquecem que o cérebro é a grande válvula de sensações.

Ela comomanda o amor, a ereção, o dissabor…

Guardo na mochila três litros de destilado bastante agradáveis, perante o anoitecer gelado deste deserto. Pois nem a morte passa por aqui para me dar carona.

E assim, entorpecido por garrafas e mais garrafas de destilado, concluo que o calor e o êxito da morte congelando o meu corpo foi conseguido.

Serei sempre o andarilho.

Fui em Alto Paraíso.

Fui em Palmelo.

Dois opostos do Serrado Goiano, mas igualmente místicos e avassaladores.

Obtive respostas, e aqui faço alguns experimentos de “alquimista” que está apenas iniciando as suas ciências teosóficas.

Vou desenvolver muito mote de raciocínio ainda, sei que este livro de crônicas terá um grande conteúdo para quem quer se informar um pouco sobre o Metafísico.

E assim, a ressaca do outro dia, matou de sede e calor o andarilho, que por três dias e três noites não viu uma só pessoa que pudesse o ajudar.

O deserto era selvagem.

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