O Olfato do desconstruído

Vamos se reinventar?

Se reiventando é que podemos de fato tentar fazer algo por si mesmo.

E eu sempre me reivento na literatura, é nela que eu levanto a cabeça, é nela que eu procuro tentar ser absoluto nas idéias, absoluto nos momentos mais preciosos da minha vida.

Muitas coisas belas, muitas coisas reais e absolutas são de fato um valorizador da minha intelectualidade, pois sei demais que a partir do momento em que as pessoas se veem aprisionadas nas amarras da mente, fica difícil de não as fazer.

Portanto se por um lado tudo nesta paranóia toda que a minha tenaz sensibilidade, acontece não por mero acaso, sou vítima de mim mesmo, e sou mesmo.

Vitimado por mim, levo à reflexão, pois portadores de Tourette às vezes oscilam nos pensamentos, e eu estou passando por essa fase de oscilação.

Uma hora penso uma coisa, outra hora outra diferente, acabo contaminando a mim e ao meu entorno, os outros.

Não quero ser uma pessoa infeliz, eu tenho o direito de ser feliz, eu sou feliz.

Levanta-te homem de Deus, tú és cabra pernambucano, tu és o cara que sabe demais das coisas, e sabe demais tomar as decisões certas.

Vivamos, e teremos eternamente o juízo de que tudo foi uma parte do juízo final, daquele que se faz julgamento de si mesmo, e se faz presente da melhor maneira possível.

Presente, de si, para consigo mesmo.

Eu sou eu, eu sou eu, eu sou eu!!!

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