Sempre

Na verdade aceito o fato de minha insônia acabar com as minhas retinas.

Olheiras, catarses, indpendente dos motivos neuropsiquiátricos que eu esteja passando, que eu os possua.

Vamos lá, fazer de tudo um pouco, dosar tudo na medida certa, dividir a vida em frames, esconder suas retinas.

Semiótica?

Habilidades?

LOUCURA?

Talvez não, pois minha percepção está incorporada ao simples fato de eu ser uma pessoa um “pouco” problemática.

E assim a madrugada vai passando, o Astro Rei logo aparece, e nele, as retinas ficam cegas, cegueira absoluta.

Pois olho para ele, com chuva e nuvens negras, meia hora, diariamente.

Mas enxergo com vários olhos, e em todos eles vejo uma simples e obtusa análise de quanto é superficial tudo o que sinto.

Sinto AMOR, sinto muitas outras coisas, e sinto maldade.

A sociedade é BAD, e já disse várias vezes.

A partilha sempre…a brisa jamais…o sopro do vento sempre…as metáforas jamais?

Tenho andado muito confiante em mim mesmo, e tenho dislexia até em escever um Português correto, mas como já disse, é mais complexa que o Aramaico.

Faremos todos uma prece para que o mundo caótico em que vivemos, dissimule os dissimulados, e isso é destinado à sociedade, apenas isso.

Talvez, reencontre a razão do sentido de tudo, talvez já a tenha encontrado, ou talvez nada exista.

Abstração em grande parte, e neologismo às vezes.

Cogumélico sempre!!!

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