Suave

Livre e leve…suave.

Quem leu leu, quem não leu perdeu…sou um pouco esquisito, sabe?

Prefiro mesmo é cogumelizar um pouquinho com meus leitores, conversa afiada, mas descompromissada.

Mas antes de mas nada…bem, suave…

Quase meus escrúpulos foram para o espaço, mas óbvio que é uma tática Semiótica de se comunicar, e simplesmente de que me falta do que a suavidade do dia a dia.

É belo o castelo de areia quando montamos quando criança, se espatifar em segundos com uma leve onda.

Demora tanto tempo para construir?

Parcerias e parcerias, a vida não é um jogo, mas para se viver é necesário jogar, sacaram?

Quem teve a oportunidade de assistir o capítulo anterior, ótimo, mas quem não, pena.

Agoga nem é cenas do próximo capítulo, é apena abobrinhas e suavidades, quero mais é dormir.

Estava pensando em dar uma saidinha, mas me contive.

Melhor ficar em casa no meu belo laptop, onde a magia dos meus pensamentos, estão mais para a fidelidade propriamente dita, com ele mesmo.

Meu amado laptop, como te amo.

E cogumelizando sai melhor na fita do que a alcunha de um pêndulo nas costas.

Tenho vivido momentos maravilhosos, não podem supor.

Tranquilo, suave, e com vontade de ver o Astro Rei, só depende de mim, evidentemente.

Nos ouvidos apenas heavy metal rolando, fone encaixado.

As retinas, apenas observatório nuclear. Daqueles que implodem, e não explodem.

Pois quero ser suave, sempre, sempre…

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