Suíça

Costumava ver uma atmosfera desfavorável para o sentir, o amar, o visceral entre um casal.

Depois de uma conversa de introspecções relativas, pois assuntos velados são entre quatro paredes, passo a observar as coisas sob outra ótica.

Indo direto para territórios suíços, vislumbro o cume como mais um pequeno obstáculo a escalar.

Até porque escalar montanhas é coisa para o peregrino e suas facetas.

O peregrino continua, e mais e mais vezes encontra respostas para tantos questionamentos, ele sabe onde quer chegar.

Diante de tantas perspectivas, o peregrino chega ao cume e de lá observa a puerilidade de uma sociedade maculada por muito ódio.

Mas a palavra tem sempre que ser o amor.

E o paradoxo será facilmente digerido pelo peregrino, porque ele sabe bem que está quase lá…

…falta pouco, muito pouco.

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