O peregrino na caverna

O castelo da ilha das ilusões perdidas, o anonimato quebrado em todos os sentidos plurais e relevantes.

Esta é uma forma de resistir à dor?

Mas eu já a espantei, ela fugiu daqui de forma acelerada, de forma que pareceu que foi feito uma flecha.

Diante de tudo, resolve-se colocar um chip sub-cutâneo no corpo, e ser monitorado como um 1984 da vida.

Salve George, salve Orwell!!!

E ainda estão lucrando com isso?

Mas aqui o “Orwell” está dentro do lar, dentro da medida da fração de quem se divide entre algumas paredes e expografias.

O peregrino sabe…ele conta com a sorte.

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