Decidindo o “eu” que me habita

As decisões tomamos e elas são acatadas apenas por nós mesmos.

Decisões são introspectivas, elas são a metade de tudo o que pensamos ou reagimos perante o mundo, a sociedade.

Decidi me salvar, apenas isso, eu quero a união de todos os “meus” num lindo banquete onde possamos celebrar a união das partes.

Me sinto honrado por ter em mim uma generosidade incrível, por possuir, acima de tudo, um bom coração.

Sou destrutivo apenas comigo, mas decido que não o quero mais, me destruir é destruir quem me ama também.

Parto do pressuposto de que eu tive que ir além do imaginário para “me” permitir.

Mas a recuperação será fácil e bem digerida.

Pois conheço todas as programações, sei demais do poder delas.

Estou na frente da artilharia e me pergunto: quem me matará senão apenas eu?

Portanto se não for eu, não será ninguém.

Pois ninguém me atingirá, estou blindado.

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