O elo primordial

“Hipnose, câmeras escondidas em flores paradoxais”
Irys Monroe

Eu gosto muito de escutar o erudito Dvorak. Ele me acalma, me deixa preparado para adentrar a madrugada.

Independente de tudo, o que mais adoro neste mundo é fazer uma partilha de paz, de sentimentos verdadeiros…de solidão introspectiva.

Observador nato, sei até de detalhes da minha exploração em relação ao meu verdadeiro “eu.”.

Sou o peregrino que corre riscos, sou o OBSERVER do MIRC, sou o paradoxo da contracultura.

Demasiadamente aliviado de todos os meus tormentos, eu sei exatamente para onde vai as energias.

Não seria tolo em afirmar que elas não seriam espirituais, eu sei exatamente as condições metafísicas humanas.

E sei de verdades absolutas.

Como reconhecer toda as congecturas dos olhares e interpretações alheias?

Vamos fazer a partilha, gente.

Isso é um fatos de suma importância.

A subversividade também provém do amor…puro…verdadeiro.

E o salvo conduto pessoal, a chave do elo primordial, do elo perdido.

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