Águas de outubro

As águas movem moinhos, caem e deslizam suavemente nas cachoeiras mágicas. As águas caem também dos olhos…

De tristeza, de felicidade, de dor…

As subjetividades são muito relativas, ando ultimamente guiado pelo faro do cão, do meu cão.

Meus sentidos estão caninos.

O sexto sentido.

Vou em direção à mágoa de ter um mero espectro ao meu lado, e ele digladia ininterruptamente comigo, ou com o meu espectro que foi blindado a ferro e fogo.

Batalhas titânicas acontecem no mundo da magia.

E de tão mágico e belo, deixo o registro do belo neste exato instante. O belo e o novo estarão sempre presentes ao meu lado.

Meu “santo” é forte, minha aura espectral ainda mais!

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